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	<title>Ciência do vinho &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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	<title>Ciência do vinho &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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		<title>Vinhos de qualidade vs. vinhos de quantidade</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/vinhos-de-qualidade-vs-vinhos-de-quantidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 13:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinhos produzidos em grande quantidade tem qualidade? Dois dos vários fatores que fazem a diferença são a qualidade das uvas e uso de barricas. A uva Fazer um bom vinho requer antes de qualquer coisa, boas uvas. Para isto elas tem que estar sãs e na maturação adequada. Assim sendo, a produção de um bom ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vinhos produzidos em grande quantidade tem qualidade? Dois dos vários fatores que fazem a diferença são a qualidade das uvas e uso de barricas.</p>
<h2>A uva</h2>
<p>Fazer um bom vinho requer antes de qualquer coisa, boas uvas. Para isto elas tem que estar sãs e na maturação adequada. Assim sendo, a produção de um bom vinho se inicia na vinha. Para tal, é necessário respeitar a densidade das videiras (quantidade de videiras por metro quadrado), a poda, o tratamento das folhagens, o trabalho do solo, a idade das videiras, além do que não se pode controlar: as condições climáticas. O cuidado para se evitar pragas e outras doenças também é um grande desafio.</p>
<p>Quanto melhor a uva, menos intervenções são necessárias para se conseguir um bom resultado. Hoje, os produtores têm acesso a formas de compensar deficiências como falta ou excesso de acidez, tanino, álcool, etc. Estes processos de controle são controversos, pois podem causar manipulação demais. Independentemente, todos os processos legais são regulamentados pelo país onde o vinho for produzido e deve seguir as regras vigentes.</p>
<p>A partir das colocações acima, podemos perceber fatores que diferenciam vinhos de qualidade dos vinhos de quantidade. Vinhas de solos férteis, onde as videiras são pouco espaçadas e produzem grande quantidade de cachos produzem vinhos mais baratos, de menor qualidade e voltados para o dia a dia. Videiras com podas corretas, tratamento das folhagens e menor quantidade de cachos tem maior potencial de atingir a maturação ideal, maior concentração em seus bagos e consequentemente melhor qualidade.</p>
<h2>Uso de barricas</h2>
<p>Em relação ao uso de barricas, o que podemos ver é que alguns produtores, no intuito de produzir um vinho barato, porém com notas terciárias e sabores diferenciados optam por usar infusões de lascas de carvalho para não impactar demais no preço final. As barricas de carvalho são muito caras e, nas vinícolas, são usadas no máximo três vezes. O processo é liberado em alguns países e não precisa ser declarados no rótulo. O grande problema neste processo é que fica muito mais difícil chegar ao equilíbrio e muitas vezes as notas de baunilha, por exemplo, ficam marcantes demais.</p>
<p>Os fatores que influenciam a qualidade da produção de um vinho são muitos e vão bem além dos descritos acima. Seja na escolha do terreno, no cultivo ou na fabricação. Para saber quais são eles, leia https:<a href="https://blog.casadovinho.com.br/fatores-de-influencia-na-producao-do-vinho/">//blog.casadovinho.com.br/fatores-de-influencia-na-producao-do-vinho/</a>. Sobre as barricas, já falamos em nossos Posts também! Saiba mais sobre elas <a href="https://blog.casadovinho.com.br/barricas-de-carvalho-e-sua-influencia-nos-vinhos/">https://blog.casadovinho.com.br/barricas-de-carvalho-e-sua-influencia-nos-vinhos/</a>.</p>
<p>Ao analisarmos com cuidado, fica fácil entender porque a qualidade custa mais caro. Leve em conta todos estes fatores ao escolher o vinho que vai comprar.</p>
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		<title>Fatores de influência na produção do vinho</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/fatores-de-influencia-na-producao-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 16:05:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[produção de vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho de qualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de um vinho é um processo extremamente complexo. E, como uma equação de diversas variáveis, são muitos os fatores que influenciam a qualidade de sua produção.  Vamos listar aqui alguns processos envolvidos na produção. A ideia é tentar mostrar a quantidade de &#8216;ferramentas&#8217; que podem ser usadas e também a magnitude das decisões ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">A produção de um vinho é um processo extremamente complexo. E, como uma equação de diversas variáveis, são muitos os fatores que influenciam a qualidade de sua produção. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos listar aqui alguns processos envolvidos na produção. A ideia é tentar mostrar a quantidade de &#8216;ferramentas&#8217; que podem ser usadas e também a magnitude das decisões que devem tomadas para conseguir produzir o vinho pretendido. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Rendimento da videira</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para se alcançar uma maior concentração de sumo, o volume de cacho por hectare deve ser reduzido. Assim, para produção de vinhos de qualidade, são feitas podas para retirar o excesso de cachos e folhas. Desta forma, aumenta-se também a exposição dos cachos remanescentes ao sol. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Posição do vinhedo/solo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste quesito entra a disposição do vinhedo em relação a sua exposição solar, assim como a drenagem e a composição do solo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Clima</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Importantíssimo para que as uvas alcancem a maturação ideal. O excesso de chuvas encharca os bagos, diluindo a concentração de açúcares. Assim sendo, as chuvas, em época de colheita, costumam ser muito prejudiciais. As geadas também são grandes ameaças aos cachos.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Colheita</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Escolher a hora certa é de extrema importância para se chegar à tão almejada maturação ideal. Se as uvas são colhidas antes do prazo, os vinhos resultantes costumam se mais ligeiros, desequilibrados e com taninos mais agressivos (neste caso chamados taninos verdes). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A colheita manual é mais criteriosa e não danifica os cachos, porém é mais lenta que a colheita mecânica.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Triagem das uvas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É fundamental que os cachos danificados ou com bagos podres sejam separados. Assim como folhas e outros elementos indesejados.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Vinificação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é o mais complexo dos fatores e pode ser dividido em várias etapas.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Prensagem delicada/desengaçamento</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma máquina faz a extração dos engaços e depois as uvas são levadas para uma prensa pneumática. Uma leve pressão fará as cascas se romperem, liberando o sumo que será bombeado para os tanques de fermentação.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Fermentação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Processo onde o açúcar é fermentado em álcool através da ação das leveduras. </span><span style="font-weight: 400;">(já falamos aqui em outro post: <a href="https://blog.casadovinho.com.br/a-fermentacao-os-fungos-e-um-cientista-muito-especial/">https://blog.casadovinho.com.br/a-fermentacao-os-fungos-e-um-cientista-muito-especial/</a>) </span><span style="font-weight: 400;">Vinhos tintos são fermentados com as cascas. Já a enorme maioria dos brancos, sem as cascas. Para o processo podem ser usadas leveduras cultivadas em laboratórios ou leveduras nativas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A temperatura do processo deve que ser controlada, assim como o tempo de duração. O processo pode variar de 5 a 30 dias. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Micro oxigenação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É a adição controlada de pequenas quantidades de oxigênio. Este processo deve ser feito de forma contínua e muito controlada para que não ocorra a oxidação do vinho.  Para isto alguns cuidados: a temperatura deve estar entre 10 e 12 graus, sem a presença de óxido de enxofre e de contaminantes microbiológicos como Brettanomyces.  A micro-oxigenação ajuda na estabilização da cor e no arredondamento dos taninos, deixando os vinhos mais macios e menos agressivos.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Prensa</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da regulagem da prensa mecânica, o enólogo consegue mensurar quantidade de cor, sabor e tanino ele quer extrair das cascas das uvas. Nos vinhos brancos o processo acontece antes da fermentação, nos tintos, depois.  Vale lembrar que alguns vinhos (principalmente na região do Douro) não utilizam a prensa. Eles passam pelo processo tradicional de pisa a pé em lagares. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Chaptalização</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Processo controverso e muitas vezes feito de forma velada, que consiste na adição de açúcar ao mosto para garantir a produção de álcool em quantidade suficiente.  Vale lembrar que todo açúcar é transformado em álcool, resultando então em vinhos secos. Este processo é mais utilizado em regiões frias ou em anos que as uvas não atingem a maturação ideal.  </span></p>
<p>Para saber mais: <a href="https://blog.casadovinho.com.br/o-que-e-a-chaptalizacao-afinal-de-contas/">https://blog.casadovinho.com.br/o-que-e-a-chaptalizacao-afinal-de-contas/</a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Maceração carbônica</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Processo onde as uvas são colocadas em tanques hermeticamente vedados, resfriados, sem a presença de oxigênio e na presença de CO2. O que acontece é uma fermentação no interior dos bagos. O material corante das cascas vai migrar para a polpa deixando o bago inchado e com as cascas mais finas. Neste processo busca-se a produção de vinhos mais frutados, leves e prontos para consumo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Fermentação malolática</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Consiste na conversão do ácido málico, que é mais agressivo, em acido lático, mais macio.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Amadurecimento em barricas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado do uso de barricas depende de muitas variáveis. A madeira usada, o formato, o tamanho, a tosta e a idade. A madeira mais usada é o carvalho, mas podem também serem usadas a castanheira, a acácia e a cerejeira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A origem do carvalho também produz resultados diferentes, pois existe variação no tamanho dos poros. Por exemplo, barricas americanas têm poros maiores que as francesas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tosta, por exemplo, pode dar maior sabor de baunilha e de especiarias quando a queima é maior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ocorre evaporação dentro das barricas. Para evitar a oxidação, o nível do vinho deve ser completado semanalmente, sempre com o mesmo vinho (de outra barrica). Quanto menor a barrica, maior a interação com o vinho. As mais utilizadas são as de 225 litros. Barricas usadas, com o passar do tempo, tornam-se inertes. Barricas novas acrescentam mais sabor e taninos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Achar o tempo ideal para conseguir mais complexidade, corpo e textura sem que ocorra uma sobreposição à fruta é a meta de todo enólogo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber ainda mais: <a href="https://blog.casadovinho.com.br/barricas-de-carvalho-e-sua-influencia-nos-vinhos/">https://blog.casadovinho.com.br/barricas-de-carvalho-e-sua-influencia-nos-vinhos/ </a></span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Trasfega</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É o procedimento de transferir o mosto de um tanque para outro ou de uma barrica para outra para separar os sedimentos gerados no processo da fermentação. Por ser um procedimento que expõe o vinho ao oxigênio, algumas vinícolas optam por fazer apenas uma trasfega. Em Bordeaux, normalmente são feitas quatro. </span></p>
<p>Para saber mais sobre a trasfega: <a href="https://blog.casadovinho.com.br/trasfega-ou-racking-saiba-mais-sobre-este-delicado-processo-na-producao-do-vinho/">https://blog.casadovinho.com.br/trasfega-ou-racking-saiba-mais-sobre-este-delicado-processo-na-producao-do-vinho/</a></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Clarificação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Processo que visa eliminar as partículas em suspensão através da adição de componentes coagulantes como clara de ovo ou a betonita. Estes componentes fixam-se às proteínas indesejáveis e precipitam para o fundo das barricas e será removido. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Filtração</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem todos fazem. Mas quando ocorre, geralmente é feita antes do engarrafamento e visa retirar partículas bem pequenas, resíduos de fermentos e bactérias que podem turvar o vinho ou provocar uma fermentação secundária. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Acidificação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O ajuste de acidez é praticado em algumas regiões de clima quente. São permitidos acréscimos de ácido tartárico, ácido cítrico e ácido málico. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Corte ou Blend</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A mistura de mosto de diferentes castas, barricas, tanques e, dependendo, até safras. Uma tarefa extremamente complexa e provavelmente a mais importante do processo. Através dela, o enólogo busca atingir o melhor equilíbrio, textura e estrutura. Uma arte!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Estabilização a frio</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Feita com intuito de eliminar os tartaratos e outros cristais que podem se formar com mudanças de temperatura. Vale lembrar que estes, apesar de algumas pessoas ficarem incomodadas com sua presença, são inofensivos e insípidos. Além disto, por serem mais pesados, geralmente ficam no fundo da garrafa ou da taça e não turvam o vinho. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Maturação e envelhecimento</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Maturação ou amadurecimento é o período em que o vinho estagia, geralmente em barricas de carvalho, antes de ser engarrafado. Ela deixa os vinhos mais macios, ou seja, com taninos mais redondos, ajuda no equilíbrio da acidez, além de acrescentar aromas como baunilha, chocolate, tabaco, entre outros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Envelhecimento ou afinamento é o período que o vinho evolui nas garrafas. Algumas vinícolas guardam os vinhos em local escuro, fresco, sem vibração e com temperatura constante por um tempo antes de coloca-los no mercado.  Alguns vinhos muito especiais, só alcançam sua plenitude depois de longa temporada em garrafa. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conclusão</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Produzir um bom vinho requer um bom terreno, muita dedicação, competência, perseverança, investimento, tempo, talento e sorte também. Cada escolha feita durante o processo é uma variável da complexa equação da produção de um vinho leva. Sendo assim, seu resultado é único e seu produto, uma verdadeira arte!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Escolha bem seu fornecedor</strong> pois é ele quem cuida para que o vinho que saiu do produtor em condições perfeitas, chegue assim até você. A Casa do Vinho Famiglia Martini cuida de todo processo de importação de seus vinhos, desde a escolha dos vinhos até sua exposição em nossas prateleiras. acesse nossa loja virtual e descubra um pouco do nosso garimpo: <a href="http://www.casadovinho.com.br">http://www.casadovinho.com.br</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Valorize o vinho</strong> que está tomando, ele é o reflexo de todo processo que descrevemos acima. Por isso, nunca descuide da temperatura, se for o caso, abra-o com antecedência, use um </span><i><span style="font-weight: 400;">decanter</span></i><span style="font-weight: 400;">, capriche nas taças e aproveite seu vinho! </span></p>
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		<title>Apreciando Vinhos Velhos</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/apreciando-vinhos-velhos-prontos-para-beber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 15:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho pronto]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos velhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devo guardar vinhos para serem bebidos em datas marcantes e momentos especiais? O que acontece quando os vinhos envelhecem? Como comprar vinhos mais velhos, já prontos para consumo? Ao envelhecer, o vinho tinto vai mudando de cor. O rubi, violeta ou granada vão dando espaço aos tons atijolados. Seus aromas, antes frutados, evoluem para a ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Devo guardar vinhos para serem bebidos em datas marcantes e momentos especiais? O que acontece quando os vinhos envelhecem? Como comprar vinhos mais velhos, já prontos para consumo?</p>
<p>Ao envelhecer, o vinho tinto vai mudando de cor. O rubi, violeta ou granada vão dando espaço aos tons atijolados. Seus aromas, antes frutados, evoluem para a complexidade do que chamamos <em>bouquet</em> quando aparecem os aromas terciários como couro, frutas secas, defumado, café e tabaco. Seus taninos ao se precipitarem, vão amaciando e ficando mais doces, redondos. Sua exuberância se transforma em complexidade e deixa a experiência de provar vinhos mais maduros simplesmente maravilhosa!</p>
<p>No caso dos vinhos brancos, a cor mais clara quase esverdeada vai adquirindo uma tonalidade dourada podendo chegar ao âmbar. Assim como nos tintos, podem aparecer sedimentos, mas neste caso são bem mais raros. O frescor e acidez crocante dão lugar à suavidade, aos aromas terciários, às notas de mel, frutas secas, baunilha e tostados.</p>
<p>Já nos champagnes o envelhecimento é realmente para poucos. As mudanças são mais drásticas, até porque as famosas bolhinhas vão ficando mais escassas podendo até mesmo desaparecer. Ele vai se aproximando de um branco envelhecido e muito complexo. Os terciários se mostram presentes e marcantes. Vale a pena ler nosso post sobre a possibilidade de se decantar champagnes! (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/decantar-champagne-heresia/">Leia aqui</a></span>)</p>
<p>Mas nem todo vinho pode ser guardado. Assim como acontece com os champagnes onde apenas os safrados e especiais podem ser guardados, os vinhos também tem suas limitações. Com toda tecnologia de hoje, muitas vezes é mais fácil chegar à maturação ideal das uvas e, a grande maioria dos vinhos já chega ao mercado pronta para ser consumida. Os vinhos que envelhecem bem, conhecidos como vinhos de guarda, costumam ser mais caros (pouco ou muito&#8230;) e tem características propícias para o envelhecimento: uma boa estrutura que combina tanicidade, acidez e álcool e na maioria das vezes passa pelo processo de amadurecimento em barricas de carvalho. Algumas uvas também têm maior potencial de guarda, exatamente pelas características que acabamos de descrever. Porém, saiba que para chegar na maturidade em sua plenitude, é fundamental que sejam armazenados da forma correta, com temperaturas e umidade controladas. E atenção ao tempo de guarda! Para alguns vinhos velho é ter mais de 10/15 anos, para outros 20/30 anos e para pouquíssimos, mais que isso.</p>
<p>Se o vinho não tem potencial de guarda ou mesmo se foi armazenado de forma incorreta, o que pode acontecer é a sua oxidação. Os aromas antes complexos dão lugar ao vinagre e até acetona. Seu brilho se perde e pode chegar a ficar turvo (não confunda com vinhos velhos, com depósitos que não foram devidamente decantados). Na boca ficam ‘chatos’, sem acidez e nenhuma fruta.</p>
<p>Para comprar vinhos de guarda, principalmente aqueles que podem já estar prontos para beber, é necessário conhecer e confiar no seu fornecedor.</p>
<p>Se vinhos mais maduros te interessam, a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/">Casa do Vinho Famiglia Martini</a></span> tem uma variedade de vinhos maduros que dificilmente se encontra no mercado. Não deixe de conferir!</p>
<p>Algumas de nossas sugestões:</p>
<p>Champagne:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pierre-gimonnet-special-club-premier-cru-2005-champagne/">Pierre Gimonnet Special Club Grand Cru 2005</a></span></p>
<p>Branco:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pascal-bouchard-grand-cru-2011-les-clos-chablis-borgonha/">Pascal Bouchard Chablis Les Clos 2011</a></span></p>
<p>Tintos:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/search/?q=brunello%2Bdi+montalcino&amp;mpage=2">Brunellos de safras variadas como 2001 / 2004 /2005 / 2006 </a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Técnicas para uma boa degustação</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/tecnicas-para-uma-boa-degustacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 09:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[degustação às cegas]]></category>
		<category><![CDATA[degustação horizontal]]></category>
		<category><![CDATA[degustação vertical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como degustar Degustar não é só beber Bebemos água, refrigerante, suco. Vinho deve ser degustado. A diferença é simples, mas conta muito. Degustar é prestar atenção ao que se está bebendo. Durante a degustação, todos os sentidos são usados. Até mesmo a audição tem relevância. Tente provar um vinho em um show de heavy metal. Experiências mostraram ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como degustar</strong></p>
<p><em>Degustar não é só beber</em></p>
<p>Bebemos água, refrigerante, suco. Vinho deve ser degustado. A diferença é simples, mas conta muito. Degustar é prestar atenção ao que se está bebendo.</p>
<p>Durante a degustação, todos os sentidos são usados. Até mesmo a <strong>audição</strong> tem relevância. Tente provar um vinho em um show de heavy metal. Experiências mostraram que comer um chip de batata ao mesmo tempo que ouvir o som de uma batata crocante causa mais prazer e a percepção de que a batata é mais gostosa.</p>
<p>Os ouvidos desviam a atenção do degustador, por isso um ambiente silencioso ou com sons agradáveis é muito mais adequado para a degustação. Hoje existem até degustações harmonizando vinho e música.</p>
<p>Com a <strong>visão</strong> é possível observar a cor do vinho e seu tipo, pode-se ter ideia sobre seu peso/corpo, casta e idade.</p>
<p>O <strong>olfato</strong> é o mais importante dos sentidos em uma degustação. Somos capazes de sentir muito mais aromas que sabores. Um vinho pode ter centenas de aromas, enquanto a boca permanece com apenas cinco sabores.</p>
<p>O olfato desenvolve-se na medida em que passamos a degustar. Os aromas que podem ser sentidos são os mais diversos, mas nada é inválido. Cada pessoa sente o cheiro que sente. Ponto final.</p>
<p>Na boca vamos sentir, através do <strong>paladar</strong>, o sabor do vinho. Sabor é a mistura do gosto com os aromas. Mesmo comendo ou bebendo com a boca, usamos o nariz por via retronasal.</p>
<p>Podemos sentir 5 sabores distintos em toda a língua: doce, azedo/ácido, amargo, salgado e umami. Todas as derivações, como o agridoce, vem daí, assim como as cores primárias criam novas cores. Atente-se às novas descobertas. É possível que a gordura seja um sabor à parte dos outros. Talvez cerca de mais 20 sabores &#8220;novos&#8221; entrem para esse clube privado, incluindo o que seria sabor de cálcio e carbonato.</p>
<p>Na boca sentimos também a textura, comprovamos o peso e os aromas vistos e sentidos pelos olhos e nariz  anteriormente.</p>
<p><strong>Técnicas de degustação</strong></p>
<p><em>Escolha a sua</em></p>
<p>Existem, talvez, centenas de técnicas utilizadas para degustar vinhos. A mais famosa é o Método Giancarlo Bozzi, em que o degustador preenche uma ficha e transforma em números as sensações. Estranho demais para os apaixonados transformar emoções em números. Perfeito para os mais matemáticos.</p>
<p>Degustação às cegas é a preferida dos que querem testar seus conhecimentos ou beber vinho sem pré conceitos. Ela é feita com as garrafas de vinho cobertas, sem que se saiba quais vinhos serão degustados. É certo que cria-se uma expectativa ao ver um grande rótulo da Borgonha, por exemplo. A degustação às cegas elimina essas expectativas, deixa os degustadores mais atentos, mas também mais vulneráveis. Por vezes é extremamente frustrante não descobrir nada a respeito dos vinhos degustados além da cor e tipo. Perfeita para quem consegue levar o vinho &#8211; e suas opiniões &#8211; menos a sério.</p>
<p>Mais <em>hardcore</em> ainda é a degustação às cegas em taças pretas. Nela, além de não saber qual é o rótulo, não se sabe qual a cor e o tipo de vinho. Feita para os corajosos e humildes.</p>
<p>Há também degustações abertas, quando se sabe o que será provado. Nessa modalidade costuma existir uma ordem, para que nenhum vinho saia prejudicado. Parte-se dos mais leves para os mais pesados, dos espumantes/brancos para rosados/tintos, seguidos dos vinhos de sobremesa/fortificados.</p>
<p>Existem as degustações verticais, quando bebe-se o mesmo vinho de diferentes safras, degustações horizontais, que ao contrário, degusta-se um mesma safra de diferentes vinhos, muito normalmente da mesma uva para efeitos comparativos. Ah! Em ambas bebemos sentados, só para deixar claro.</p>
<p>Normalmente o vinho é avaliado durante as degustações, independente de qual modelo seja seguido. Os métodos de avaliação variam imensamente. Há quem apenas anote suas impressões bem como aqueles que descrevem-na minuciosamente seguindo um padrão.</p>
<div class="cta-posts-container">
<p style="text-align: center;"><a class="botao-cta-posts" href="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/05/notas-de-degustacao-a4.pdf" target="_blank" rel="noopener">Baixar Modelo De Notas De Degustação</a></p>
</div>
<p><strong>Degustar, mas sem esquecer do principal!</strong></p>
<p><em>Diversão, sim</em></p>
<p>Degustar vinho é privilégio, História, geografia, arte, mas acima de tudo, prazer. Sem prazer a degustação perde a razão de ser. A menos que você seja um enólogo ou sommelier, não é sua obrigação degustar vinhos de forma técnica e pouco prazerosa.</p>
<p>Entendemos que não raramente as degustações, normalmente conduzidas por profissionais, tornam-se uma disputa de quem entende mais ou quem sente mais aromas e os descreve das formas mais insólitas.</p>
<p>Descrever um aroma do vinho como &#8220;colegiais uniformizadas saindo da escola&#8221; (Michael Broadbent  no livro O Vinho Mais Caro da História) beira a poesia, loucura ou crime?</p>
<p>Cada qual sabe os aromas que sente e eles estão intimamente ligados às lembranças e impressões passadas. Portanto não se intimide jamais com descrições inusitadas como essa. Tampouco pense ser incapaz de sentir os aromas que profissionais sentem. Há uma grande influência em sentir coisas que na verdade nosso nariz não sente quando as pessoas nos conduzem. Confie em seu olfato, ele sabe o que sente.</p>
<p>Se os métodos clássicos de degustação não o motivam, invente o seu! Se não se sente a vontade para degustar com estranhos, convide os amigos. Não há lei e as regras servem como conselho, não como imposição. Por fim, divirta-se! É primordialmente para isso que o vinho existe.</p>
<p>Relacionados:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/vinho-bom-e-questao-de-gosto/" target="_blank" rel="noopener">O que é um vinho bom?</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/escolha-seu-vinho/" target="_blank" rel="bookmark noopener">Escolha seu vinho conhecendo melhor suas características</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/como-montar-uma-confraria/" target="_blank" rel="noopener">Como montar uma confraria</a></span></p>
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		<title>Decantar Champagne! Heresia?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/decantar-champagne-heresia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 19:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[champagne]]></category>
		<category><![CDATA[champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[decanter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia de decantar champagne pode parecer absurda, mas apesar apesar de controverso este é um procedimento que pode trazer ainda mais prazer e ressaltar a complexidade de um bom Champagne. Primeiro é bom lembrar que champagne antes de mais nada também é um vinho e que este processo de alguma forma ajuda a mostrá-lo. ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de decantar champagne pode parecer absurda, mas apesar apesar de controverso este é um procedimento que pode trazer ainda mais prazer e ressaltar a complexidade de um bom Champagne.</p>
<p>Primeiro é bom lembrar que champagne antes de mais nada também é um vinho e que este processo de alguma forma ajuda a mostrá-lo. Importante saber que este procedimento não é indicado para qualquer champagne. Para tanto, ele deve ser um champagne safrado e que seja de uma safra que tenha característica uma perlage mais ‘agressiva’.</p>
<p>Com a oxigenação, todo esplendor e complexidade se mostrarão, não deixando com que o frescor excessivo e a fruta mascarem todo seu potencial. Seus aromas terciários e sabores únicos de panificação se farão presentes, suas bolhinhas, por consequência, ficarão um pouco menos intensas.</p>
<p>Como deve ser feita a decantação de champagnes de forma correta?</p>
<p>1 &#8211; Resfriar o decanter antes. É muito importante que o decanter esteja ne mesma temperatura do champagne para que não ocorra a liberação excessiva dos gases e a perda acentuada das bolhinhas;</p>
<p>2 &#8211; O processo de passar o champagne para o decanter deve ser feito de forma delicada, escorrendo pelas laterais do mesmo.</p>
<p>3 &#8211; Deixar respirar por 15 a 30 minutos no máximo</p>
<p>A decantação é aconselhada apenas para os champagnes especiais e ainda jovens, não para champagnes mais maduros, com frescor delicado e prontos para serem apreciados em seu ápice. Mas nem sempre é fácil achar no mercado um Champagne especial em todo seu esplendor.  Se você não tem paciência para esperar a idade certa e não quer arriscar o uso controverso do decanter. Nossa sugestão é adquirir um champagne mais maduro, complexo e pronto para ser apreciado. A janela de consumo de um bom Champagne safrado chega aos 25 anos.</p>
<p>“FANTÁSTICO!”</p>
<p>Nossa indicação é o Pierre Gimonnet Special Club 2005. Uma explosão de sabores e aromas terciários, uma complexidade e cremosidade espetacular. Recentemente ele foi degustado em uma confraria de ‘alunos graduados’ com mais oito champagnes, entre eles um Dom Perignon 2013 e uma La Grande Dame 2013. Não é que o Gimonnet Special Club foi eleito por todos o melhor Champagne da noite e seu produtor o melhor produtor entre eles! Ainda melhor é saber que se seu preço é muito mais acessível! <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pierre-gimonnet-special-club-premier-cru-2005-champagne/">Veja aqui!</a></span> Vale lembrar que o Pierre Gimonnet é um pequeno produtor considerado especialista dos Champagnes “blanc de blancs”, que usa exclusivamente suas próprias uvas, vinifica e engarrafa seus champagnes em sua propriedade.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7368" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor-360x116.png" alt="" width="360" height="116" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor-360x116.png 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor-150x48.png 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor.png 591w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<p>Pierre Gimonnet Special Club Premier Cru 2005</p>
<p>Fruto de uma severa seleção, do melhor de seus terrois e o auge de suas safras. O Dégorgement feito em outubro de 2013. É um Champagne de estrutura soberba, com fineza e elegância. Tom dourado, nariz complexo com aromas terciários, notas de panificação e tostado. Na boca, seco, concentrado e intenso. Toque defumado e final delicioso, muito persistente.<br />
Harmonização: esse maravilhoso champagne pode acompanhar a refeição do começo ao final. Versátil, harmoniza com uma enorme gama de pratos, desde as ostras, passando por peixes nobres, até sobremesas com frutas brancas e amarelas frescas ou em compota.</p>
<p><strong>Notas:</strong></p>
<ul>
<li>Melhor decantar quando estiver em um grupo de umas oito pessoas, o que significaria uma taça para cada um. Se o grupo for pequeno, o processo de oxigenação ocorrerá naturalmente com o tempo.</li>
<li>Recomendado usar decanter de ‘pescoço’ longo e base estreita para que aja apenas uma pequena área de superfície de contato da champagne com o ar.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Defeitos do vinho podem ser bons?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/defeitos-do-vinho-podem-ser-bons/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 21:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Brettanomices]]></category>
		<category><![CDATA[oxidação do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Pirazina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Defeitos do vinho podem ser bons? Alguns sim! Por mais estranho e contraditório que possa parecer, alguns defeitos do vinho podem ser positivos. Porém, para tal, temos que ter cuidados e levar em consideração que cada pessoa tem um limite de percepção diferente.  Mas, como as falhas podem ser benéficas? E quando as falhas são ... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Defeitos do vinho podem ser bons? </strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais estranho e contraditório que possa parecer, alguns defeitos do vinho podem ser positivos. Porém, para tal, temos que ter cuidados e levar em consideração que cada pessoa tem um limite de percepção diferente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, como as falhas podem ser benéficas? E quando as falhas são realmente um problema?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos falar aqui de alguns dos defeitos que podem ser positivos. </span></p>
<h2>Oxidação</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais comum deles talvez seja a </span><b>oxidação</b><span style="font-weight: 400;">. Positivamente, ela pode acrescentar sabores umami, que são deliciosos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oxidação se dá pela exposição ao oxigênio e poder ser feita intencionalmente, de forma moderada e bastante controlada. Quando excessiva ou feita de forma descuidada durante a fermentação ou envelhecimento, ela torna-se um problema. Os aromas passam a ser de frutas cozidas e a tonalidade torna-se atijolada, quase marrom. Aquele vinho aberto que fica esquecido por dias na geladeira vai começar a virar vinagre. Em vinhos jovens a oxidação é um mau sinal. (Atenção para não confundir com a coloração de vinhos antigos)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, no entanto, a oxidação transforma os vinhos em verdadeiros néctares. Bons exemplos de vinhos que usam a oxidação intencional: Portos Tawny, vinhos Madeira, Jerez Olorosos e muitos brancos da região de Jura (França).</span></p>
<h2>&#8220;Cozimento&#8221;</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro defeito é o ‘</span><b>cozimento</b><span style="font-weight: 400;">’ que acontece quando o vinho é exposto ao calor. Assim como acontece na oxidação, o calor pode ser usado de forma acrescentar aromas e sabores únicos e maravilhosos como frutas secas, cacau, caramelo e defumado.  O defeito aparece quando um vinho é mal armazenado e acaba perdendo as características frutadas e frescas, tornando-se enjoativos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor exemplo positivo talvez seja o vinho da Madeira. Já falamos aqui no Blog sobre como são feitos os vinhos Madeira. Para saber mais clique aqui: </span><a href="https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/"><span style="font-weight: 400;">https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2>Brett</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez o mais controverso defeito seja a </span><b>Brettanomices</b><span style="font-weight: 400;"> ou ‘brett’, uma levedura selvagem que se desenvolve naturalmente e pode estar nos equipamentos, barricas ou mesmo nas uvas. Por isso a brett é muito difícil de ser controlada e para tal exige uma assepsia extremamente cuidadosa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É ela que dá o famoso aroma de curral ou sela suada. A brett é bem aceita e até apreciada por muitos quando moderada, mas algumas pessoas têm tolerância zero a ela. Para as que gostam, com moderação, ela adiciona complexidade e personalidade aos vinhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplos: alguns Sangiovese e Barbera italianos, vários vinhos do Rhône sul e alguns Bordeaux de safras mais antigas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Observação: a brett sempre será considerada defeito em vinhos brancos ou espumantes.</span></p>
<h2>Pirazina</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro defeito bastante controverso é a </span><b>Pirazina </b><span style="font-weight: 400;">(composto químico que ocorre em algumas castas). É ela a responsável pelos aromas herbáceos e de pimentão verde que aparecem comumente nos Cabernet (Franc e Sauvignon), na Carmènére e na branca Sauvignon Blanc. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos Sauvignon Blanc da Nova Zelândia aparece de forma característica através dos aromas de grama. Aparece também em alguns Bordeaux e em muitos chilenos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma excessiva, torna o vinho desagradável e até desequilibrado. E, mais uma vez, depende da tolerância e do gosto individual. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tipos de saca-rolhas para abrir os seus vinhos: qual é o melhor?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2024 19:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[rolha]]></category>
		<category><![CDATA[saca-rolhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tipos de saca-rolhas Um item indispensável na casa de qualquer apreciador de vinhos é um bom saca-rolhas. Mas qual o melhor modelo de saca-rolhas? A pergunta pode até parecer simples, mas não é bem assim. Vinhos diferentes podem demandar ferramentas específicas para abri-los. Por exemplo: um vinho mais antigo e que pode ter a rolha ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Tipos de saca-rolhas para abrir os seus vinhos: qual é o melhor?" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/#more-7130" aria-label="More on Tipos de saca-rolhas para abrir os seus vinhos: qual é o melhor?">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Tipos de saca-rolhas</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um item indispensável na casa de qualquer apreciador de vinhos é um bom saca-rolhas. Mas qual o melhor modelo de saca-rolhas? A pergunta pode até parecer simples, mas não é bem assim. Vinhos diferentes podem demandar ferramentas específicas para abri-los. Por exemplo: um vinho mais antigo e que pode ter a rolha comprometida vai necessitar de cuidados especiais. Por isso, muitos amantes ou profissionais costumam ter mais de um modelo disponível. Outra questão é mais pessoal, o modelo que se adapta melhor a você. </span></p>
<h2>Modelos de saca-rolhas para vinhos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos falar aqui um pouquinho de alguns dos modelos disponíveis no mercado, e você é quem decide qual deles será o melhor para abrir os seus vinhos.</span></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas sommelier ou amigo do garçom</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Modelo tipo canivete. O preferido e mais utilizado pelos profissionais. É prático, compacto, preciso e relativamente simples de manusear (só questão de prática). Podemos subdividi-lo em dois tipos. Um modelo com apenas um apoio e o modelo mais moderno que tem dois estágios. Estes são fundamentais para evitar que rolhas grandes se quebrem na hora de abrir o vinho.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7136" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2.jpg" alt="" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de dupla alavanca ou ‘borboleta’</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Comumente escolhido pelos iniciantes do mundo do vinho. Como é muito fácil de usar, acaba sendo o queridinho dos principiantes. A haste que é inserida na rolha pode ser tipo parafuso ou espiral. É um modelo que não raramente quebra as rolhas no momento da retirada. Se for o de parafuso então, cuidado, ele costuma furar a rolha deixando cair resíduos no vinho. O pior acontece quando ela está mais firme na garrafa e o parafuso acaba tirando apenas o miolo da rolha, um desastre.<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7139" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5.jpg" alt="Saca-rolhas de dupla alavanca" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de rosca ou alavanca</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São modelos mais modernos, com haste longa, em espiral e normalmente com cobertura em teflon. São muito simples de usar. Defeitos: são maiores (menos prático para carregar em caso de viagem) além de mais caros.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7140" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6.jpg" alt="Saca-rolhas de rosca" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas em</b> <b>forma de ‘T’</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Modelo bem antigo e pouco prático, pois requer força física para retirar a rolha. Hoje são mais usados como objetos de decoração.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7138" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4.jpg" alt="Saca-rolhas em T" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de laminas ou pinça</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São imprescindíveis para abrir vinhos de guarda que podem estar com a rolha comprometida. Ele ‘descola’ a rolha do gargalo sem perfurá-la, diminuindo a chance de problemas. É simples, porém precisa de um pouco de prática para usá-lo corretamente.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7141" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7.jpg" alt="Saca-rolhas de lâminas ou pinça" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas The Durand </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um hibrido de saca-rolhas espiral e saca-rolhas tipo pinça. Funciona maravilhosamente bem em vinhos mais antigos com rolhas muito encharcadas ou mesmo ressecadas.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7504 aligncenter" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-360x360.jpg" alt="Saca-rolhas The Durand" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-1024x1024.jpg 1024w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-150x150.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-768x768.jpg 768w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand.jpg 1000w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de ar comprimido</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Injeta ar por uma agulha que perfura a rolha, atravessando-a completamente. Ao bombear o ar para dentro da garrafa, a rolha é então expulsa. O ar injetado pode causar alterações no vinho e remexer depósitos e sedimentos, caso existam.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7504 aligncenter" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-1-360x360.jpg" alt="Saca-rolhas de ar comprimido" width="360" height="360" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Tenaz</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é bem um saca-rolhas e sim uma ferramenta usada para abrir vinhos do Porto Vintage antigos que provavelmente estarão com suas rolhas comprometidas. Pouco usado, mas um ritual fantástico! Ela se parece com uma pinça gigante que deve ser colocada no fogo. Assim que o metal estiver bem quente (já avermelhado) deve abraçar o gargalo logo abaixo da rolha por alguns segundos. Depois de retirada, molha-se o local de contato com água gelada. Com o choque térmico, o vidro se quebra sem deixar estilhaços. Retire a ‘tampa’ com cuidado e seu vinho está pronto para ser servido.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-7142" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8.jpg" alt="Saca-rolhas tenaz" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
</ol>
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		<title>Emergência: a rolha quebrou! Conseguirei salvar o meu vinho?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/emergencia-a-rolha-quebrou-conseguirei-salvar-o-meu-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 20:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[rolha]]></category>
		<category><![CDATA[rolhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emergência! A rolha quebrou! E agora, o que fazer? Quem nunca passou por uma situação assim? O saca-rolha foi bem encaixado, a rolha começou a sair como o esperado e de repente apenas uma parte da rolha sai da garrafa. A outra parte da rolha quebrada ficou no fundo do gargalo e parece difícil de ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Emergência! A rolha quebrou! E agora, o que fazer?</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem nunca passou por uma situação assim? O saca-rolha foi bem encaixado, a rolha começou a sair como o esperado e de repente apenas uma parte da rolha sai da garrafa. A outra parte da rolha quebrada ficou no fundo do gargalo e parece difícil de alcança-la. A sensação é muito ruim, mas não tem motivos para desespero. Isso pode acontecer mesmo com profissionais bem treinados. Pode ser que a rolha estivesse encharcada, velha ou ressecada. </span></p>
<h2><strong>Primeiro passo: tentar resgatar o restante da rolha</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é tentar resgatar o restante da rolha. Tente introduzir a espiral do saca-rolha  ligeiramente inclinada e com muito cuidado. Puxe, então, de forma lenta para ela não acabar de se desfazer. Você pode também, tentar usar um saca-rolhas tipo pinça, mas se a rolha estiver ressecada e muito ‘agarrada’ no gargalo, existe uma boa chance dela acabar caindo de vez dentro da garrafa.</span></p>
<h2><strong>Segundo passo: tentar resgatar a rolha de dentro da garrafa</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo passo, então, será resgatar a rolha de dentro do seu vinho. Mantenha a calma, não é o fim do mundo! Se o pedaço for grande e coeso, passe o vinho para um decanter e retire o pedaço. Se a rolha se desfez, o melhor é usar um funil para vinho. Caso você não tenha um, use um coador ou mesmo um filtro para café, descartável, claro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes as pessoas se assustam com rolhas encharcadas e acham que é um defeito. Mas isto não afeta ou altera em nada a condição do vinho ao menos que este tenha vazado. E mesmo assim, recomendamos primeiro experimentá-lo antes de fazer qualquer pré-julgamento. Ele pode estar ótimo e surpreendê-lo positivamente! Caso você tiver um vinho guardado há mais tempo ou de safra mais antiga, tire primeiro o lacre e veja através da garrafa o estado da rolha. Se perceber que esta encontra-se encharcada (grande chance de quebra), use primeiro o saca-rolha de lâminas ou tipo pinça. </span></p>
<h2>Dica: use um saca-rolhas de qualidade</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Observação importante: antes de tudo, use um saca-rolhas de qualidade. Fuja do queridinho dos iniciantes: o saca-rolhas de dupla alavanca ou ‘borboleta’. Evite os de haste tipo parafuso, dando preferência para os de haste longa tipo espiral. Para saca-rolhas tipo sommelier ou amigo do garçom, use sempre o de dois estágios. (alguns modelos disponíveis no mercado: </span><a href="https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/"><span style="font-weight: 400;">https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/</span></a><span style="font-weight: 400;"> )</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vinho servido&#8230; aproveite!!!!</span></p>
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		<title>O que é o Terroir? Saiba como ele influencia a produção do vinho</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/o-que-e-o-terroir-saiba-como-ele-influencia-a-producao-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 15:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[terroir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entendendo o que significa Terroir  O termo Terroir se refere a um conjunto de condições/características únicas de um local. Ele engloba clima, solo, terreno e até mesmo tradições. Clima Resumidamente, podemos dizer que as regiões produtoras se dividem em regiões de clima frio e de clima quente. Nas de clima frio, as uvas normalmente produzem ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Entendendo o que significa </span><i><span style="font-weight: 400;">Terroir </span></i></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">O termo </span><i><span style="font-weight: 400;">Terroir </span></i><span style="font-weight: 400;">se refere a um conjunto de condições/características únicas de um local. Ele engloba clima, solo, terreno e até mesmo tradições.</span></h3>
<ol>
<li><strong>Clima<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Resumidamente, podemos dizer que as regiões produtoras se dividem em regiões de clima frio e de clima quente. Nas de clima frio, as uvas normalmente produzem menos açúcar e retém mais acidez. Nas de clima quente, geralmente amadurecem mais produzindo mais açúcares, resultando em vinhos mais alcoólicos.</span></li>
<li><strong>Solo<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Existem centenas de tipos de solos (pedregosos, argilosos, calcários, etc.). Os cinco ou seis mais comuns em vinhedos ‘afetam’ o sabor final do vinho. Para entender melhor, imagine que o solo funciona como um saquinho de chá quando a água passa por ele através das raízes. Solos que tendem a reter calor, por exemplo, diminuem a acidez das uvas. </span></li>
<li><strong>Terreno<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">A altitude pode ser um fator importante na qualidade de um vinhedo. Uma plantação de Malbec, por exemplo, quando plantada em altitudes maiores como em Salta, por causa da baixa temperatura durante a noite, ganha mais acidez. Isto resulta em vinhos mais complexos. </span></li>
<li><strong>Tradição (Apenas nas áreas onde a tradição se faz presente)<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Pode parecer estranho, mas a tradição, apesar de ser uma intervenção humana, mostra como os antigos métodos de produção acabam sendo dependentes das outras três condições acima citadas (clima, solo e terreno) e podem contribuir para o </span><i><span style="font-weight: 400;">Terroir</span></i><span style="font-weight: 400;">. Um bom exemplo de tradição na produção de vinhos é forma de se fazer o vinho Madeira. Saiba mais neste outro artigo: </span><a href="https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/"><span style="font-weight: 400;">https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/</span></a></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7080" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes.jpg" alt="Terroir e vinhos" width="800" height="450" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes.jpg 800w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes-360x203.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes-150x84.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
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		<item>
		<title>Vinho do Porto</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/vinho-do-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 22:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Harmonização]]></category>
		<category><![CDATA[porto LBV]]></category>
		<category><![CDATA[porto vintage]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
		<category><![CDATA[tawny]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos ainda confundem o nome com a origem de produção. O Porto também é território de vinho, porém de armazenamento de comercialização. Por muito tempo as companhias produtoras de Vinho do Porto tinham que ser sediadas em Vila Nova de Gaia. Apenas em 1986 foi autorizada a comercialização direta a partir do Douro. Assim, o ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Vinho do Porto" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/vinho-do-porto/#more-7052" aria-label="More on Vinho do Porto">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Muitos ainda confundem o nome com a origem de produção. O Porto também é território de vinho, porém de armazenamento de comercialização. Por muito tempo as companhias produtoras de Vinho do Porto tinham que ser sediadas em Vila Nova de Gaia. Apenas em 1986 foi autorizada a comercialização direta a partir do Douro. Assim, o envelhecimento pode acontecer em Vila Nova de Gaia ou no Douro. O Porto, na realidade, é o local de escoamento do Vinho do Porto para o mundo, já que o cultivo e a produção acontecem no Douro.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Originalmente, e durante séculos, os vinhos eram levados ao Porto em barcos chamados Rabelos. O rio Douro passou por algumas transformações para que fosse navegável e foi responsável por inúmeros naufrágios. Trens e caminhões tanque assumiram a tarefa do transporte em 1964. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade do Vinho do Porto está intimamente ligada ao grau de maturação das uvas. Estas necessitam ser mais maduras para tingirem elevados teores de açúcar, taninos e compostos associados à cor. Para os brancos busca-se maior concentração de compostos aromáticos e acidez. Assim sendo, as uvas brancas são colhidas antes das tintas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A elaboração tradicional dos Vinhos do Porto é feita com pisa de pé em lagares de pedra. A mais moderna usa da tecnologia de lagares robóticos que imitam o processo da pisa de pé. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O vinho do Porto é diferente dos vinhos de mesa porque durante o processo de fermentação é acrescentada aguardente vínica*. A proporção mais frequente é de uma parte de aguardente para quatro partes de mosto-vinho. Este processo vai interromper a fermentação antes que todo o açúcar do mosto tenha sido transformado em álcool. Por isso os Porto são mais doces e alcoólicos que os vinhos tradicionais. Seu teor alcóolico varia de 19 e 22%. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Existem diferentes tipos de Vinho do Porto</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Porto branco é feito exclusivamente de uvas brancas, pode ser produzido com ou sem contato com as cascas e pode ser extra-seco, seco, meio-seco,  doce, muito doce ou lácrima. Os mais complexos envelhecem em madeira, são eles o Reserva e os com indicação de idade 10,20,030 ou 40 anos). O mais seco é muito usado em drinks. O mais conhecido é o </span><i><span style="font-weight: 400;">Porto Tonic</span></i><span style="font-weight: 400;">, feito com Porto, água tônica, limão e bastante gelo. São excelentes aperitivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Porto Tawny é aquele de coloração mais alaranjada, cor de tijolo. Sua cor é assim porque ele é mais oxidado. Um Tawny passa no mínimo três anos em barris de carvalho, de aproximadamente 600 litros. Sua complexidade aromática, acidez mais presente e boca delicada (menos encorpados e mais macios) são consequências da oxidação prolongada. Alguns têm indicação de idade (10, 20, 30 ou 40 anos) com aromas mais intensos de frutas secas e notas de caramelo e especiarias.  Os Colheita são feitos a partir de uma única safra e envelhecido por sete anos, apesar de serem engarrafados muitos anos depois deste período. Os Tawny são excelentes aperitivos, mas os mais velhos são ótimos digestivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Porto rosé é uma criação mais recente. São doces, untuosos, frutados e fáceis. Ótimos para serem tomados mais gelados, também ficam deliciosos em drinks. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os mais conhecidos são os Ruby. Estes são os de coloração mais intensa, pois são menos oxidados, aromas mais exuberantes, mais encorpados e adstringentes. Envelhecem de 3 a 6 anos em grandes (+ de 20.000 litros) toneis de carvalho. Os jovens foram feitos para serem consumidos assim que engarrafados. O Reserva é um vinho de lote, tem maior concentração de cor, aromas e corpo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O LBV é originalmente um Vintage que não alcançou os padrões excepcionais da classificação. Sendo assim, o vinho é deixado por mais tempo nos toneis de grande volume para garantir uma oxidação mais moderada. Alguns são não filtrados. O LBV é engarrafado entre o 4° e o 6° ano. Daí o nome LBV (Late Bottled Vintage). Inicialmente muito encorpados, evoluem muito em complexidade aromática e gustativa. Podem ser guardados por cerca de 10 anos. Com o tempo tornam-se cada vez mais elegantes nos níveis de taninos e dulçor, com equilíbrio alcóolico. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7070" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-do-porto-quinta-do-tedo.jpg" alt="Vinho do Porto LBV" width="800" height="450" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-do-porto-quinta-do-tedo.jpg 800w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-do-porto-quinta-do-tedo-360x203.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-do-porto-quinta-do-tedo-150x84.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-do-porto-quinta-do-tedo-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os mais cobiçados são os Vintage. Um Vintage é produzido apenas em anos excepcionais. São riquíssimos em aromas e sabores. Extremamente frutados e potentes, tornam-se muito complexos e elegantes com a idade. Os Vintage ficam de dois a três anos em grandes tonéis de carvalho e são os que melhor evoluem na garrafa. Normalmente atingem uma boa fase entre 8 e 10 anos, mas podem evoluir de maneira muito positiva por décadas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns Porto são praticamente desconhecidos: o Tawny Garrafeira e o Ruby Crusted.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Curiosidades sobre o Vinho do Porto</span></h2>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Não existem Vinhos do Porto monovarietais. Existem na região mais de 115 castas autorizadas para produção. Apesar de atualmente serem usadas em número mais reduzido, é esta diversidade de castas complementares que os faz únicos. As castas podem ser plantadas separadamente, mas costumam ser vindimadas e fermentadas juntas. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">A mistura de uvas brancas e tintas é proibida!</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Os vinhos envelhecidos no Douro são expostos a variações climáticas mais extremas que em Vila Nova de Gaia, onde o clima é mais húmido e temperado.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Existe um instrumento específico para abrir Vinhos do Porto antigos: a Tenaz.  Ela que ‘corta’ o bico da garrafa através de choque térmico. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">O Vinho do Porto é o único vinho a ser servido pessoalmente pelos membros da família real inglesa, e sempre pelo lado esquerdo (lado do coração).</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Em momentos sociais existe um ritual para o serviço do Vinho do Porto. O decanter é sempre colocado à frente do anfitrião. Este se serve, prova e serve o convidado à sua direita e passa o decanter no sentido horário. Cada um se serve e passa ao próximo, sempre de mão em mão, sempre à esquerda (e com a mão esquerda).</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Harmonizações com o Vinho do Porto</span></h2>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Aperitivos como amêndoas torradas, azeitonas e canapés de salmão ficam ótimos com Porto Branco aromático;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Entradas a base de queijos como de cabra ou cremoso combinam muito com Brancos secos ou extra-secos; Foie-gras e um Tawny 10 anos fica delicioso; </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Prato principal não é uma combinação comum para Vinho do Porto, mas pode surpreender. Cuidado para a refeição não ficar muito pesada. Uma opção pode ser perdiz recheada com foie-gras harmonizada com Vintage. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobremesas caramelizadas e com frutas secas, laranja e doces a base de ovos ficam muito boas acompanhadas de um Tawny. Frutas vermelhas e pretas em doces como cheesecake ou fondant de chocolate vão muito bem com Ruby. Queijos e chocolates associam-se tanto com tawny envelhecido como com LBV e Vintage. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Porto é sempre uma ótima opção para momentos de relaxamento. Além disto, os mais elaborados sempre abrilhantam comemorações importantes e momentos especiais. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Temperaturas de consumo do Vinho do Porto</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Brancos: 6 a 10°C</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Rosé: 4°C</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ruby: 12 a 16°C</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tawny: 12 a 14°C</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">LBV e Vintage: 16° a 18°C</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Tempo </span><b>sugerido</b><span style="font-weight: 400;"> para consumo do Vinho do Porto depois de aberto</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Vintage: 2 a 4 dias</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">LBV: 5 a 10 dias</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ruby: 15 dias (mas podem conservar-se por 3 a 8 semanas)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tawny: 1 mês (mas podem conservar-se por 3 a 8 semanas)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tawny com indicação de idade: até 4 meses</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Brancos com indicação de idade: até 4 meses</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*A aguardente vínica deve ser sempre neutra com cerca de 77% de álcool. Não pode ter nenhum tipo de sabor ou aroma que interfira no resultado final dos Vinhos do Porto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até pouco tempo atrás eram permitidas exclusivamente as produzidas em Portugal na região do Minho e devidamente certificadas pelo <a href="https://www.ivdp.pt/">IVDP</a> (Instituto do Vinho do Porto e Douro). Hoje já existem aguardentes certificadas sendo produzidas na Espanha.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Vinho do Porto tinto</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7111" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-porto-tinto-1.jpg" alt="Vinho do Porto tinto" width="800" height="640" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-porto-tinto-1.jpg 800w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-porto-tinto-1-360x288.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-porto-tinto-1-150x120.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/09/vinho-porto-tinto-1-768x614.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
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