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	<title>Dicas &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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	<title>Dicas &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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	<item>
		<title>Champagnes Especiais</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/champagnes-especiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 19:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luxo e qualidade estão muito além de rótulos conhecidos e marcas famosas. O grande diferencial muitas vezes se encontra nas raridades, nos produtos que ficam fora do circuito comercial da produção em grande escala. Isso não significa que sejam inacessíveis. Muitas vezes, como acontece aqui no Brasil, as pessoas estão mais preocupadas em mostrar o ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Champagnes Especiais" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/champagnes-especiais/#more-7508" aria-label="More on Champagnes Especiais">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Luxo e qualidade estão muito além de rótulos conhecidos e marcas famosas.</p>
<p>O grande diferencial muitas vezes se encontra nas raridades, nos produtos que ficam fora do circuito comercial da produção em grande escala. Isso não significa que sejam inacessíveis. Muitas vezes, como acontece aqui no Brasil, as pessoas estão mais preocupadas em mostrar o que estão consumindo e pagam caro por isso. O verdadeiro luxo é para quem não precisa de rótulos para demonstrar status; muito pelo contrário, é quem tem conhecimento e, com ele, busca o diferencial, o exclusivo, um tesouro que poucos conhecem!</p>
<p>No mundo dos vinhos é assim, e encontrar joias raras é especial. Um exemplo bem interessante está nos famosos champanhes. Você provavelmente já ouviu falar de Cristal, Dom Pérignon, Krug… mas existem outros tão incríveis quanto, que a maioria desconhece, embora não passem despercebidos aos olhos de conhecedores e colecionadores.</p>
<p>Apreciar um champagne de pequenos produtores com classificação especial é uma experiência única. E, para começar, uma dica importante: preste atenção a duas letrinhas pequenas “escondidas” nos rótulos. Elas dizem muito sobre o produtor e a origem das uvas. Existem sete classificações, mas duas são provavelmente as mais encontradas por aqui.</p>
<p><strong>MN e RM</strong></p>
<p>A classificação <strong>NM</strong> (<em>Négociant-Manipulant</em>) indica que o produtor pode comprar uvas, mosto ou vinho base de outros produtores da região de Champagne. A maioria das grandes e famosas maisons de champagne, como Moët &amp; Chandon e Veuve Clicquot, pertence a essa categoria. Já a classificação <strong>RM</strong> (<em>Récoltant-Manipulant</em>) refere-se ao produtor que utiliza exclusivamente uvas cultivadas em seus próprios vinhedos e vinifica em suas próprias instalações para comercializar sob seu próprio rótulo. Esses champanhes tendem a refletir mais o <em>terroir</em> e são frequentemente associados a produções menores, mais artesanais e de estilo mais individual. Sendo RM, o produtor tem total controle da produção — e isso já é um sinal do diferencial que apenas pequenos produtores conseguem oferecer.</p>
<p><strong>Special Club</strong></p>
<p>Um Special Club é o rótulo mais especial entre os pequenos produtores RM membros do <em>Club Trésors de Champagne</em> (Clube dos Tesouros), criado em 1971 para destacar a qualidade de determinados produtores de champagne. Para conseguir engarrafar com esse rótulo não é simples: existe um controle rigoroso de seleção.</p>
<h3>Processo de avaliação</h3>
<p>Para chegar a essa classificação, o cuvée deve ser proveniente de safras excepcionais — mas não é só isso. Cada produtor escolhe seu vinho mais promissor e o submete a uma degustação às cegas conduzida por um painel de enólogos independentes. Caso aprovado nessa rigorosa prova, o vinho é engarrafado para passar pela segunda fermentação. Três anos depois, o painel realiza uma nova degustação às cegas e, somente então, se novamente aprovado, o vinho será lançado sob o rótulo Special Club.</p>
<h3>Quando beber</h3>
<p>Champagnes especiais e safrados têm uma longevidade incrível — e consumi-los no momento ideal é sublime. Dez anos após a data de <em>dégorgement</em> é uma das referências (pode ser um pouco mais ou um pouco menos, dependendo do champagne).</p>
<p>Para quem não tem paciência de esperar anos até que o champagne atinja seu esplendor, a Casa do Vinho Famiglia Martini tem uma verdadeira pérola em suas adegas: o Pierre Gimonnet Special Club 2005. Este é considerado por muitos críticos um dos melhores da região — e nós concordamos!</p>
<p>Wine Spectator: 91 pontos<br />
Wine Enthusiast: 94 pontos</p>
<p>Suas uvas provêm de 13% de vinhedos Premier Cru e 87% de vinhedos Grand Cru. A Maison Pierre Gimonnet é conhecida pelos seus champagnes blanc de blancs e possui um processo bastante diferenciado. Seus vinhos de reserva — aqueles adicionados ao vinho da safra para conferir mais complexidade e manter o estilo da casa — são envelhecidos em garrafas (e não em barris de carvalho), para preservar o frescor por mais tempo. Frescor, delicadeza, elegância, complexidade e estrutura são marcas registradas dos champagnes Pierre Gimonnet. E o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pierre-gimonnet-special-club-premier-cru-2005-champagne/"><strong>Special Club 2005</strong></a></span> é grande e imponente — um verdadeiro fisiculturista! E está em seu auge!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Apreciando Vinhos Velhos</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/apreciando-vinhos-velhos-prontos-para-beber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 15:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<category><![CDATA[vinho pronto]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos velhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devo guardar vinhos para serem bebidos em datas marcantes e momentos especiais? O que acontece quando os vinhos envelhecem? Como comprar vinhos mais velhos, já prontos para consumo? Ao envelhecer, o vinho tinto vai mudando de cor. O rubi, violeta ou granada vão dando espaço aos tons atijolados. Seus aromas, antes frutados, evoluem para a ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Apreciando Vinhos Velhos" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/apreciando-vinhos-velhos-prontos-para-beber/#more-7372" aria-label="More on Apreciando Vinhos Velhos">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Devo guardar vinhos para serem bebidos em datas marcantes e momentos especiais? O que acontece quando os vinhos envelhecem? Como comprar vinhos mais velhos, já prontos para consumo?</p>
<p>Ao envelhecer, o vinho tinto vai mudando de cor. O rubi, violeta ou granada vão dando espaço aos tons atijolados. Seus aromas, antes frutados, evoluem para a complexidade do que chamamos <em>bouquet</em> quando aparecem os aromas terciários como couro, frutas secas, defumado, café e tabaco. Seus taninos ao se precipitarem, vão amaciando e ficando mais doces, redondos. Sua exuberância se transforma em complexidade e deixa a experiência de provar vinhos mais maduros simplesmente maravilhosa!</p>
<p>No caso dos vinhos brancos, a cor mais clara quase esverdeada vai adquirindo uma tonalidade dourada podendo chegar ao âmbar. Assim como nos tintos, podem aparecer sedimentos, mas neste caso são bem mais raros. O frescor e acidez crocante dão lugar à suavidade, aos aromas terciários, às notas de mel, frutas secas, baunilha e tostados.</p>
<p>Já nos champagnes o envelhecimento é realmente para poucos. As mudanças são mais drásticas, até porque as famosas bolhinhas vão ficando mais escassas podendo até mesmo desaparecer. Ele vai se aproximando de um branco envelhecido e muito complexo. Os terciários se mostram presentes e marcantes. Vale a pena ler nosso post sobre a possibilidade de se decantar champagnes! (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/decantar-champagne-heresia/">Leia aqui</a></span>)</p>
<p>Mas nem todo vinho pode ser guardado. Assim como acontece com os champagnes onde apenas os safrados e especiais podem ser guardados, os vinhos também tem suas limitações. Com toda tecnologia de hoje, muitas vezes é mais fácil chegar à maturação ideal das uvas e, a grande maioria dos vinhos já chega ao mercado pronta para ser consumida. Os vinhos que envelhecem bem, conhecidos como vinhos de guarda, costumam ser mais caros (pouco ou muito&#8230;) e tem características propícias para o envelhecimento: uma boa estrutura que combina tanicidade, acidez e álcool e na maioria das vezes passa pelo processo de amadurecimento em barricas de carvalho. Algumas uvas também têm maior potencial de guarda, exatamente pelas características que acabamos de descrever. Porém, saiba que para chegar na maturidade em sua plenitude, é fundamental que sejam armazenados da forma correta, com temperaturas e umidade controladas. E atenção ao tempo de guarda! Para alguns vinhos velho é ter mais de 10/15 anos, para outros 20/30 anos e para pouquíssimos, mais que isso.</p>
<p>Se o vinho não tem potencial de guarda ou mesmo se foi armazenado de forma incorreta, o que pode acontecer é a sua oxidação. Os aromas antes complexos dão lugar ao vinagre e até acetona. Seu brilho se perde e pode chegar a ficar turvo (não confunda com vinhos velhos, com depósitos que não foram devidamente decantados). Na boca ficam ‘chatos’, sem acidez e nenhuma fruta.</p>
<p>Para comprar vinhos de guarda, principalmente aqueles que podem já estar prontos para beber, é necessário conhecer e confiar no seu fornecedor.</p>
<p>Se vinhos mais maduros te interessam, a <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/">Casa do Vinho Famiglia Martini</a></span> tem uma variedade de vinhos maduros que dificilmente se encontra no mercado. Não deixe de conferir!</p>
<p>Algumas de nossas sugestões:</p>
<p>Champagne:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pierre-gimonnet-special-club-premier-cru-2005-champagne/">Pierre Gimonnet Special Club Grand Cru 2005</a></span></p>
<p>Branco:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pascal-bouchard-grand-cru-2011-les-clos-chablis-borgonha/">Pascal Bouchard Chablis Les Clos 2011</a></span></p>
<p>Tintos:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/search/?q=brunello%2Bdi+montalcino&amp;mpage=2">Brunellos de safras variadas como 2001 / 2004 /2005 / 2006 </a></span></p>
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		<item>
		<title>Técnicas para uma boa degustação</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/tecnicas-para-uma-boa-degustacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 09:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[degustação às cegas]]></category>
		<category><![CDATA[degustação horizontal]]></category>
		<category><![CDATA[degustação vertical]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de degustação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como degustar Degustar não é só beber Bebemos água, refrigerante, suco. Vinho deve ser degustado. A diferença é simples, mas conta muito. Degustar é prestar atenção ao que se está bebendo. Durante a degustação, todos os sentidos são usados. Até mesmo a audição tem relevância. Tente provar um vinho em um show de heavy metal. Experiências mostraram ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Técnicas para uma boa degustação" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/tecnicas-para-uma-boa-degustacao/#more-6287" aria-label="More on Técnicas para uma boa degustação">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como degustar</strong></p>
<p><em>Degustar não é só beber</em></p>
<p>Bebemos água, refrigerante, suco. Vinho deve ser degustado. A diferença é simples, mas conta muito. Degustar é prestar atenção ao que se está bebendo.</p>
<p>Durante a degustação, todos os sentidos são usados. Até mesmo a <strong>audição</strong> tem relevância. Tente provar um vinho em um show de heavy metal. Experiências mostraram que comer um chip de batata ao mesmo tempo que ouvir o som de uma batata crocante causa mais prazer e a percepção de que a batata é mais gostosa.</p>
<p>Os ouvidos desviam a atenção do degustador, por isso um ambiente silencioso ou com sons agradáveis é muito mais adequado para a degustação. Hoje existem até degustações harmonizando vinho e música.</p>
<p>Com a <strong>visão</strong> é possível observar a cor do vinho e seu tipo, pode-se ter ideia sobre seu peso/corpo, casta e idade.</p>
<p>O <strong>olfato</strong> é o mais importante dos sentidos em uma degustação. Somos capazes de sentir muito mais aromas que sabores. Um vinho pode ter centenas de aromas, enquanto a boca permanece com apenas cinco sabores.</p>
<p>O olfato desenvolve-se na medida em que passamos a degustar. Os aromas que podem ser sentidos são os mais diversos, mas nada é inválido. Cada pessoa sente o cheiro que sente. Ponto final.</p>
<p>Na boca vamos sentir, através do <strong>paladar</strong>, o sabor do vinho. Sabor é a mistura do gosto com os aromas. Mesmo comendo ou bebendo com a boca, usamos o nariz por via retronasal.</p>
<p>Podemos sentir 5 sabores distintos em toda a língua: doce, azedo/ácido, amargo, salgado e umami. Todas as derivações, como o agridoce, vem daí, assim como as cores primárias criam novas cores. Atente-se às novas descobertas. É possível que a gordura seja um sabor à parte dos outros. Talvez cerca de mais 20 sabores &#8220;novos&#8221; entrem para esse clube privado, incluindo o que seria sabor de cálcio e carbonato.</p>
<p>Na boca sentimos também a textura, comprovamos o peso e os aromas vistos e sentidos pelos olhos e nariz  anteriormente.</p>
<p><strong>Técnicas de degustação</strong></p>
<p><em>Escolha a sua</em></p>
<p>Existem, talvez, centenas de técnicas utilizadas para degustar vinhos. A mais famosa é o Método Giancarlo Bozzi, em que o degustador preenche uma ficha e transforma em números as sensações. Estranho demais para os apaixonados transformar emoções em números. Perfeito para os mais matemáticos.</p>
<p>Degustação às cegas é a preferida dos que querem testar seus conhecimentos ou beber vinho sem pré conceitos. Ela é feita com as garrafas de vinho cobertas, sem que se saiba quais vinhos serão degustados. É certo que cria-se uma expectativa ao ver um grande rótulo da Borgonha, por exemplo. A degustação às cegas elimina essas expectativas, deixa os degustadores mais atentos, mas também mais vulneráveis. Por vezes é extremamente frustrante não descobrir nada a respeito dos vinhos degustados além da cor e tipo. Perfeita para quem consegue levar o vinho &#8211; e suas opiniões &#8211; menos a sério.</p>
<p>Mais <em>hardcore</em> ainda é a degustação às cegas em taças pretas. Nela, além de não saber qual é o rótulo, não se sabe qual a cor e o tipo de vinho. Feita para os corajosos e humildes.</p>
<p>Há também degustações abertas, quando se sabe o que será provado. Nessa modalidade costuma existir uma ordem, para que nenhum vinho saia prejudicado. Parte-se dos mais leves para os mais pesados, dos espumantes/brancos para rosados/tintos, seguidos dos vinhos de sobremesa/fortificados.</p>
<p>Existem as degustações verticais, quando bebe-se o mesmo vinho de diferentes safras, degustações horizontais, que ao contrário, degusta-se um mesma safra de diferentes vinhos, muito normalmente da mesma uva para efeitos comparativos. Ah! Em ambas bebemos sentados, só para deixar claro.</p>
<p>Normalmente o vinho é avaliado durante as degustações, independente de qual modelo seja seguido. Os métodos de avaliação variam imensamente. Há quem apenas anote suas impressões bem como aqueles que descrevem-na minuciosamente seguindo um padrão.</p>
<div class="cta-posts-container">
<p style="text-align: center;"><a class="botao-cta-posts" href="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/05/notas-de-degustacao-a4.pdf" target="_blank" rel="noopener">Baixar Modelo De Notas De Degustação</a></p>
</div>
<p><strong>Degustar, mas sem esquecer do principal!</strong></p>
<p><em>Diversão, sim</em></p>
<p>Degustar vinho é privilégio, História, geografia, arte, mas acima de tudo, prazer. Sem prazer a degustação perde a razão de ser. A menos que você seja um enólogo ou sommelier, não é sua obrigação degustar vinhos de forma técnica e pouco prazerosa.</p>
<p>Entendemos que não raramente as degustações, normalmente conduzidas por profissionais, tornam-se uma disputa de quem entende mais ou quem sente mais aromas e os descreve das formas mais insólitas.</p>
<p>Descrever um aroma do vinho como &#8220;colegiais uniformizadas saindo da escola&#8221; (Michael Broadbent  no livro O Vinho Mais Caro da História) beira a poesia, loucura ou crime?</p>
<p>Cada qual sabe os aromas que sente e eles estão intimamente ligados às lembranças e impressões passadas. Portanto não se intimide jamais com descrições inusitadas como essa. Tampouco pense ser incapaz de sentir os aromas que profissionais sentem. Há uma grande influência em sentir coisas que na verdade nosso nariz não sente quando as pessoas nos conduzem. Confie em seu olfato, ele sabe o que sente.</p>
<p>Se os métodos clássicos de degustação não o motivam, invente o seu! Se não se sente a vontade para degustar com estranhos, convide os amigos. Não há lei e as regras servem como conselho, não como imposição. Por fim, divirta-se! É primordialmente para isso que o vinho existe.</p>
<p>Relacionados:</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/vinho-bom-e-questao-de-gosto/" target="_blank" rel="noopener">O que é um vinho bom?</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/escolha-seu-vinho/" target="_blank" rel="bookmark noopener">Escolha seu vinho conhecendo melhor suas características</a></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/como-montar-uma-confraria/" target="_blank" rel="noopener">Como montar uma confraria</a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Decantar Champagne! Heresia?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/decantar-champagne-heresia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 19:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Degustação]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[champagne]]></category>
		<category><![CDATA[champanhe]]></category>
		<category><![CDATA[decanter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia de decantar champagne pode parecer absurda, mas apesar apesar de controverso este é um procedimento que pode trazer ainda mais prazer e ressaltar a complexidade de um bom Champagne. Primeiro é bom lembrar que champagne antes de mais nada também é um vinho e que este processo de alguma forma ajuda a mostrá-lo. ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Decantar Champagne! Heresia?" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/decantar-champagne-heresia/#more-7363" aria-label="More on Decantar Champagne! Heresia?">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de decantar champagne pode parecer absurda, mas apesar apesar de controverso este é um procedimento que pode trazer ainda mais prazer e ressaltar a complexidade de um bom Champagne.</p>
<p>Primeiro é bom lembrar que champagne antes de mais nada também é um vinho e que este processo de alguma forma ajuda a mostrá-lo. Importante saber que este procedimento não é indicado para qualquer champagne. Para tanto, ele deve ser um champagne safrado e que seja de uma safra que tenha característica uma perlage mais ‘agressiva’.</p>
<p>Com a oxigenação, todo esplendor e complexidade se mostrarão, não deixando com que o frescor excessivo e a fruta mascarem todo seu potencial. Seus aromas terciários e sabores únicos de panificação se farão presentes, suas bolhinhas, por consequência, ficarão um pouco menos intensas.</p>
<p>Como deve ser feita a decantação de champagnes de forma correta?</p>
<p>1 &#8211; Resfriar o decanter antes. É muito importante que o decanter esteja ne mesma temperatura do champagne para que não ocorra a liberação excessiva dos gases e a perda acentuada das bolhinhas;</p>
<p>2 &#8211; O processo de passar o champagne para o decanter deve ser feito de forma delicada, escorrendo pelas laterais do mesmo.</p>
<p>3 &#8211; Deixar respirar por 15 a 30 minutos no máximo</p>
<p>A decantação é aconselhada apenas para os champagnes especiais e ainda jovens, não para champagnes mais maduros, com frescor delicado e prontos para serem apreciados em seu ápice. Mas nem sempre é fácil achar no mercado um Champagne especial em todo seu esplendor.  Se você não tem paciência para esperar a idade certa e não quer arriscar o uso controverso do decanter. Nossa sugestão é adquirir um champagne mais maduro, complexo e pronto para ser apreciado. A janela de consumo de um bom Champagne safrado chega aos 25 anos.</p>
<p>“FANTÁSTICO!”</p>
<p>Nossa indicação é o Pierre Gimonnet Special Club 2005. Uma explosão de sabores e aromas terciários, uma complexidade e cremosidade espetacular. Recentemente ele foi degustado em uma confraria de ‘alunos graduados’ com mais oito champagnes, entre eles um Dom Perignon 2013 e uma La Grande Dame 2013. Não é que o Gimonnet Special Club foi eleito por todos o melhor Champagne da noite e seu produtor o melhor produtor entre eles! Ainda melhor é saber que se seu preço é muito mais acessível! <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/pierre-gimonnet-special-club-premier-cru-2005-champagne/">Veja aqui!</a></span> Vale lembrar que o Pierre Gimonnet é um pequeno produtor considerado especialista dos Champagnes “blanc de blancs”, que usa exclusivamente suas próprias uvas, vinifica e engarrafa seus champagnes em sua propriedade.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7368" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor-360x116.png" alt="" width="360" height="116" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor-360x116.png 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor-150x48.png 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/GimonnetSC_hor.png 591w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
<p>Pierre Gimonnet Special Club Premier Cru 2005</p>
<p>Fruto de uma severa seleção, do melhor de seus terrois e o auge de suas safras. O Dégorgement feito em outubro de 2013. É um Champagne de estrutura soberba, com fineza e elegância. Tom dourado, nariz complexo com aromas terciários, notas de panificação e tostado. Na boca, seco, concentrado e intenso. Toque defumado e final delicioso, muito persistente.<br />
Harmonização: esse maravilhoso champagne pode acompanhar a refeição do começo ao final. Versátil, harmoniza com uma enorme gama de pratos, desde as ostras, passando por peixes nobres, até sobremesas com frutas brancas e amarelas frescas ou em compota.</p>
<p><strong>Notas:</strong></p>
<ul>
<li>Melhor decantar quando estiver em um grupo de umas oito pessoas, o que significaria uma taça para cada um. Se o grupo for pequeno, o processo de oxigenação ocorrerá naturalmente com o tempo.</li>
<li>Recomendado usar decanter de ‘pescoço’ longo e base estreita para que aja apenas uma pequena área de superfície de contato da champagne com o ar.</li>
</ul>
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		<title>Defeitos do vinho podem ser bons?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/defeitos-do-vinho-podem-ser-bons/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 21:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Brettanomices]]></category>
		<category><![CDATA[oxidação do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Pirazina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Defeitos do vinho podem ser bons? Alguns sim! Por mais estranho e contraditório que possa parecer, alguns defeitos do vinho podem ser positivos. Porém, para tal, temos que ter cuidados e levar em consideração que cada pessoa tem um limite de percepção diferente.  Mas, como as falhas podem ser benéficas? E quando as falhas são ... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Defeitos do vinho podem ser bons? </strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns sim!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais estranho e contraditório que possa parecer, alguns defeitos do vinho podem ser positivos. Porém, para tal, temos que ter cuidados e levar em consideração que cada pessoa tem um limite de percepção diferente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, como as falhas podem ser benéficas? E quando as falhas são realmente um problema?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos falar aqui de alguns dos defeitos que podem ser positivos. </span></p>
<h2>Oxidação</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais comum deles talvez seja a </span><b>oxidação</b><span style="font-weight: 400;">. Positivamente, ela pode acrescentar sabores umami, que são deliciosos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oxidação se dá pela exposição ao oxigênio e poder ser feita intencionalmente, de forma moderada e bastante controlada. Quando excessiva ou feita de forma descuidada durante a fermentação ou envelhecimento, ela torna-se um problema. Os aromas passam a ser de frutas cozidas e a tonalidade torna-se atijolada, quase marrom. Aquele vinho aberto que fica esquecido por dias na geladeira vai começar a virar vinagre. Em vinhos jovens a oxidação é um mau sinal. (Atenção para não confundir com a coloração de vinhos antigos)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, no entanto, a oxidação transforma os vinhos em verdadeiros néctares. Bons exemplos de vinhos que usam a oxidação intencional: Portos Tawny, vinhos Madeira, Jerez Olorosos e muitos brancos da região de Jura (França).</span></p>
<h2>&#8220;Cozimento&#8221;</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro defeito é o ‘</span><b>cozimento</b><span style="font-weight: 400;">’ que acontece quando o vinho é exposto ao calor. Assim como acontece na oxidação, o calor pode ser usado de forma acrescentar aromas e sabores únicos e maravilhosos como frutas secas, cacau, caramelo e defumado.  O defeito aparece quando um vinho é mal armazenado e acaba perdendo as características frutadas e frescas, tornando-se enjoativos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor exemplo positivo talvez seja o vinho da Madeira. Já falamos aqui no Blog sobre como são feitos os vinhos Madeira. Para saber mais clique aqui: </span><a href="https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/"><span style="font-weight: 400;">https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2>Brett</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez o mais controverso defeito seja a </span><b>Brettanomices</b><span style="font-weight: 400;"> ou ‘brett’, uma levedura selvagem que se desenvolve naturalmente e pode estar nos equipamentos, barricas ou mesmo nas uvas. Por isso a brett é muito difícil de ser controlada e para tal exige uma assepsia extremamente cuidadosa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É ela que dá o famoso aroma de curral ou sela suada. A brett é bem aceita e até apreciada por muitos quando moderada, mas algumas pessoas têm tolerância zero a ela. Para as que gostam, com moderação, ela adiciona complexidade e personalidade aos vinhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exemplos: alguns Sangiovese e Barbera italianos, vários vinhos do Rhône sul e alguns Bordeaux de safras mais antigas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Observação: a brett sempre será considerada defeito em vinhos brancos ou espumantes.</span></p>
<h2>Pirazina</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro defeito bastante controverso é a </span><b>Pirazina </b><span style="font-weight: 400;">(composto químico que ocorre em algumas castas). É ela a responsável pelos aromas herbáceos e de pimentão verde que aparecem comumente nos Cabernet (Franc e Sauvignon), na Carmènére e na branca Sauvignon Blanc. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos Sauvignon Blanc da Nova Zelândia aparece de forma característica através dos aromas de grama. Aparece também em alguns Bordeaux e em muitos chilenos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De forma excessiva, torna o vinho desagradável e até desequilibrado. E, mais uma vez, depende da tolerância e do gosto individual. </span></p>
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		<title>Tipos de saca-rolhas para abrir os seus vinhos: qual é o melhor?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2024 19:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[rolha]]></category>
		<category><![CDATA[saca-rolhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tipos de saca-rolhas Um item indispensável na casa de qualquer apreciador de vinhos é um bom saca-rolhas. Mas qual o melhor modelo de saca-rolhas? A pergunta pode até parecer simples, mas não é bem assim. Vinhos diferentes podem demandar ferramentas específicas para abri-los. Por exemplo: um vinho mais antigo e que pode ter a rolha ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Tipos de saca-rolhas</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um item indispensável na casa de qualquer apreciador de vinhos é um bom saca-rolhas. Mas qual o melhor modelo de saca-rolhas? A pergunta pode até parecer simples, mas não é bem assim. Vinhos diferentes podem demandar ferramentas específicas para abri-los. Por exemplo: um vinho mais antigo e que pode ter a rolha comprometida vai necessitar de cuidados especiais. Por isso, muitos amantes ou profissionais costumam ter mais de um modelo disponível. Outra questão é mais pessoal, o modelo que se adapta melhor a você. </span></p>
<h2>Modelos de saca-rolhas para vinhos</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos falar aqui um pouquinho de alguns dos modelos disponíveis no mercado, e você é quem decide qual deles será o melhor para abrir os seus vinhos.</span></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas sommelier ou amigo do garçom</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Modelo tipo canivete. O preferido e mais utilizado pelos profissionais. É prático, compacto, preciso e relativamente simples de manusear (só questão de prática). Podemos subdividi-lo em dois tipos. Um modelo com apenas um apoio e o modelo mais moderno que tem dois estágios. Estes são fundamentais para evitar que rolhas grandes se quebrem na hora de abrir o vinho.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7136" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2.jpg" alt="" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de dupla alavanca ou ‘borboleta’</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Comumente escolhido pelos iniciantes do mundo do vinho. Como é muito fácil de usar, acaba sendo o queridinho dos principiantes. A haste que é inserida na rolha pode ser tipo parafuso ou espiral. É um modelo que não raramente quebra as rolhas no momento da retirada. Se for o de parafuso então, cuidado, ele costuma furar a rolha deixando cair resíduos no vinho. O pior acontece quando ela está mais firme na garrafa e o parafuso acaba tirando apenas o miolo da rolha, um desastre.<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7139" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5.jpg" alt="Saca-rolhas de dupla alavanca" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-5-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de rosca ou alavanca</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São modelos mais modernos, com haste longa, em espiral e normalmente com cobertura em teflon. São muito simples de usar. Defeitos: são maiores (menos prático para carregar em caso de viagem) além de mais caros.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7140" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6.jpg" alt="Saca-rolhas de rosca" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-6-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas em</b> <b>forma de ‘T’</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Modelo bem antigo e pouco prático, pois requer força física para retirar a rolha. Hoje são mais usados como objetos de decoração.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7138" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4.jpg" alt="Saca-rolhas em T" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-4-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de laminas ou pinça</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">São imprescindíveis para abrir vinhos de guarda que podem estar com a rolha comprometida. Ele ‘descola’ a rolha do gargalo sem perfurá-la, diminuindo a chance de problemas. É simples, porém precisa de um pouco de prática para usá-lo corretamente.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7141" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7.jpg" alt="Saca-rolhas de lâminas ou pinça" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-7-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas The Durand </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um hibrido de saca-rolhas espiral e saca-rolhas tipo pinça. Funciona maravilhosamente bem em vinhos mais antigos com rolhas muito encharcadas ou mesmo ressecadas.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7504 aligncenter" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-360x360.jpg" alt="Saca-rolhas The Durand" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-1024x1024.jpg 1024w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-150x150.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand-768x768.jpg 768w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/10/saca-rolhas_durand.jpg 1000w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Saca-rolhas de ar comprimido</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Injeta ar por uma agulha que perfura a rolha, atravessando-a completamente. Ao bombear o ar para dentro da garrafa, a rolha é então expulsa. O ar injetado pode causar alterações no vinho e remexer depósitos e sedimentos, caso existam.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7504 aligncenter" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-1-360x360.jpg" alt="Saca-rolhas de ar comprimido" width="360" height="360" /></span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><b>Tenaz</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é bem um saca-rolhas e sim uma ferramenta usada para abrir vinhos do Porto Vintage antigos que provavelmente estarão com suas rolhas comprometidas. Pouco usado, mas um ritual fantástico! Ela se parece com uma pinça gigante que deve ser colocada no fogo. Assim que o metal estiver bem quente (já avermelhado) deve abraçar o gargalo logo abaixo da rolha por alguns segundos. Depois de retirada, molha-se o local de contato com água gelada. Com o choque térmico, o vidro se quebra sem deixar estilhaços. Retire a ‘tampa’ com cuidado e seu vinho está pronto para ser servido.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-7142" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8.jpg" alt="Saca-rolhas tenaz" width="360" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8.jpg 600w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8-360x360.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2022/03/saca-rolhas-tipo-8-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></span></li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
</ol>
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		<title>Emergência: a rolha quebrou! Conseguirei salvar o meu vinho?</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/emergencia-a-rolha-quebrou-conseguirei-salvar-o-meu-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 20:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[rolha]]></category>
		<category><![CDATA[rolhas]]></category>
		<category><![CDATA[saca-rolhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emergência! A rolha quebrou! E agora, o que fazer? Quem nunca passou por uma situação assim? O saca-rolha foi bem encaixado, a rolha começou a sair como o esperado e de repente apenas uma parte da rolha sai da garrafa. A outra parte da rolha quebrada ficou no fundo do gargalo e parece difícil de ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Emergência! A rolha quebrou! E agora, o que fazer?</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem nunca passou por uma situação assim? O saca-rolha foi bem encaixado, a rolha começou a sair como o esperado e de repente apenas uma parte da rolha sai da garrafa. A outra parte da rolha quebrada ficou no fundo do gargalo e parece difícil de alcança-la. A sensação é muito ruim, mas não tem motivos para desespero. Isso pode acontecer mesmo com profissionais bem treinados. Pode ser que a rolha estivesse encharcada, velha ou ressecada. </span></p>
<h2><strong>Primeiro passo: tentar resgatar o restante da rolha</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é tentar resgatar o restante da rolha. Tente introduzir a espiral do saca-rolha  ligeiramente inclinada e com muito cuidado. Puxe, então, de forma lenta para ela não acabar de se desfazer. Você pode também, tentar usar um saca-rolhas tipo pinça, mas se a rolha estiver ressecada e muito ‘agarrada’ no gargalo, existe uma boa chance dela acabar caindo de vez dentro da garrafa.</span></p>
<h2><strong>Segundo passo: tentar resgatar a rolha de dentro da garrafa</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo passo, então, será resgatar a rolha de dentro do seu vinho. Mantenha a calma, não é o fim do mundo! Se o pedaço for grande e coeso, passe o vinho para um decanter e retire o pedaço. Se a rolha se desfez, o melhor é usar um funil para vinho. Caso você não tenha um, use um coador ou mesmo um filtro para café, descartável, claro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes as pessoas se assustam com rolhas encharcadas e acham que é um defeito. Mas isto não afeta ou altera em nada a condição do vinho ao menos que este tenha vazado. E mesmo assim, recomendamos primeiro experimentá-lo antes de fazer qualquer pré-julgamento. Ele pode estar ótimo e surpreendê-lo positivamente! Caso você tiver um vinho guardado há mais tempo ou de safra mais antiga, tire primeiro o lacre e veja através da garrafa o estado da rolha. Se perceber que esta encontra-se encharcada (grande chance de quebra), use primeiro o saca-rolha de lâminas ou tipo pinça. </span></p>
<h2>Dica: use um saca-rolhas de qualidade</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Observação importante: antes de tudo, use um saca-rolhas de qualidade. Fuja do queridinho dos iniciantes: o saca-rolhas de dupla alavanca ou ‘borboleta’. Evite os de haste tipo parafuso, dando preferência para os de haste longa tipo espiral. Para saca-rolhas tipo sommelier ou amigo do garçom, use sempre o de dois estágios. (alguns modelos disponíveis no mercado: </span><a href="https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/"><span style="font-weight: 400;">https://blog.casadovinho.com.br/tipos-de-saca-rolhas-para-abrir-os-seus-vinhos-qual-e-o-melhor/</span></a><span style="font-weight: 400;"> )</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vinho servido&#8230; aproveite!!!!</span></p>
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		<title>O que é o Terroir? Saiba como ele influencia a produção do vinho</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/o-que-e-o-terroir-saiba-como-ele-influencia-a-producao-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 15:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entendendo o que significa Terroir  O termo Terroir se refere a um conjunto de condições/características únicas de um local. Ele engloba clima, solo, terreno e até mesmo tradições. Clima Resumidamente, podemos dizer que as regiões produtoras se dividem em regiões de clima frio e de clima quente. Nas de clima frio, as uvas normalmente produzem ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Entendendo o que significa </span><i><span style="font-weight: 400;">Terroir </span></i></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">O termo </span><i><span style="font-weight: 400;">Terroir </span></i><span style="font-weight: 400;">se refere a um conjunto de condições/características únicas de um local. Ele engloba clima, solo, terreno e até mesmo tradições.</span></h3>
<ol>
<li><strong>Clima<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Resumidamente, podemos dizer que as regiões produtoras se dividem em regiões de clima frio e de clima quente. Nas de clima frio, as uvas normalmente produzem menos açúcar e retém mais acidez. Nas de clima quente, geralmente amadurecem mais produzindo mais açúcares, resultando em vinhos mais alcoólicos.</span></li>
<li><strong>Solo<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Existem centenas de tipos de solos (pedregosos, argilosos, calcários, etc.). Os cinco ou seis mais comuns em vinhedos ‘afetam’ o sabor final do vinho. Para entender melhor, imagine que o solo funciona como um saquinho de chá quando a água passa por ele através das raízes. Solos que tendem a reter calor, por exemplo, diminuem a acidez das uvas. </span></li>
<li><strong>Terreno<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">A altitude pode ser um fator importante na qualidade de um vinhedo. Uma plantação de Malbec, por exemplo, quando plantada em altitudes maiores como em Salta, por causa da baixa temperatura durante a noite, ganha mais acidez. Isto resulta em vinhos mais complexos. </span></li>
<li><strong>Tradição (Apenas nas áreas onde a tradição se faz presente)<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Pode parecer estranho, mas a tradição, apesar de ser uma intervenção humana, mostra como os antigos métodos de produção acabam sendo dependentes das outras três condições acima citadas (clima, solo e terreno) e podem contribuir para o </span><i><span style="font-weight: 400;">Terroir</span></i><span style="font-weight: 400;">. Um bom exemplo de tradição na produção de vinhos é forma de se fazer o vinho Madeira. Saiba mais neste outro artigo: </span><a href="https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/"><span style="font-weight: 400;">https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/</span></a></li>
</ol>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7080" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes.jpg" alt="Terroir e vinhos" width="800" height="450" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes.jpg 800w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes-360x203.jpg 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes-150x84.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/10/terroir-vinhos-condicoes-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
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		<title>Vinhos doces e licorosos</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/vinhos-doces-e-licorosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 18:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[vinho do porto]]></category>
		<category><![CDATA[vinho Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos doces]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vinhos doces são a surpresa da noite, o grande encerramento de um jantar. Mas eles podem ir além e ser a própria sobremesa! A doçura dominante destes vinhos provém parcialmente do açúcar residual (aquele que foi fermentado e consequentemente, transformado em álcool). Outra substância doce contida nos vinhos de sobremesa é o próprio álcool.  ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Os vinhos doces são a surpresa da noite, o grande encerramento de um jantar. Mas eles podem ir além e ser a própria sobremesa!</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A doçura dominante destes vinhos provém parcialmente do açúcar residual (aquele que foi fermentado e consequentemente, transformado em álcool). Outra substância doce contida nos vinhos de sobremesa é o próprio álcool. </span></p>
<p><b>A doçura e o álcool em maiores proporções adormecem as papilas gustativas. Por isso é muito importante que um vinho doce tenha também uma boa acidez, principalmente se estiver pensando em usá-lo em harmonizações.</b><span style="font-weight: 400;"> O grande segredo de um bom vinho de sobremesa é manter o equilíbrio entre acidez e doçura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A doçura do vinho doce deve ser complementada pelo prato. O sal contrasta muito bem com o açúcar e o resultado pode ser a deliciosa combinação com queijos fortes e salgados como os queijos azuis. Alguns vinhos doces chegam a harmonizar até mesmo com pratos salgados e gordurosos, como o clássico Sauternes com foie gras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem vários tipos de vinhos doces, licorosos e fortificados. São vinhos de elaboração mais complexa e frequentemente podem receber adições de álcool vínico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Vinho do Porto é o mais famoso dos fortificados e existe em versões que vão do branco seco ao tinto doce, passando pelo oxidado. Em seguida vem o Jerez (Xeres) que tem ainda mais variedades que o Porto. E o Madeira, com suas variações que vão do seco, passando pelo meio-seco, meio-doce até chegar ao doce. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos fortificados são produzidos a partir da adição de álcool vínico e sua alcoolicidade pode superar 20%, por isso é melhor consumir com moderação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já os vinhos de colheita tardia são obtidos a partir de uvas com elevada concentração de açúcar, podendo ser passificadas, sobrematuradas ou botrytizadas. Entre eles podemos citar os Sauternes, Passitos, Icewines,  alguns Vinhos Santos italianos e os Moscatéis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seja qual for o seu gosto, e cardápio do seu jantar, tenha sempre um bom vinho doce para proporcionar um gran finalle.</span></p>
<p>Para saber mais sobre os vinhos da Madeira, <a href="https://blog.casadovinho.com.br/os-prazeres-e-encantos-do-vinho-madeira/#more-6327">clique aqui</a>. E sobre os Vinhos do Porto, <a href="https://blog.casadovinho.com.br/vinho-do-porto/">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Uvas, vinhos e vinícolas do Rio Grande do Sul, Brasil</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/uvas-vinhos-e-vinicolas-do-rio-grande-do-sul-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 20:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabamos de fazer uma viagem ao Rio Grande do Sul com deliciosas visitas a vinícolas de Bento Gonçalves, Flores da Cunha e Pinto Bandeira. Para começar, vamos falar resumidamente sobre a história da indústria do vinho no Brasil. História resumida da indústria do vinho no Brasil  Apesar dos primeiros vinhedos terem sido plantados em SP, ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Uvas, vinhos e vinícolas do Rio Grande do Sul, Brasil" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/uvas-vinhos-e-vinicolas-do-rio-grande-do-sul-brasil/#more-7006" aria-label="More on Uvas, vinhos e vinícolas do Rio Grande do Sul, Brasil">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Acabamos de fazer uma viagem ao Rio Grande do Sul com deliciosas visitas a vinícolas de Bento Gonçalves, Flores da Cunha e Pinto Bandeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para começar, vamos falar resumidamente sobre a história da indústria do vinho no Brasil.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">História resumida da indústria do vinho no Brasil </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos primeiros vinhedos terem sido plantados em SP, foi no RS que o cultivo da uva para produção de vinho prosperou. A partir de 1875, inicia o crescimento da vitivinicultura gaúcha, graças à chegada da colonização italiana. Foram os italianos que trouxeram na bagagem além das cepas de uvas europeias, o hábito do consumo de vinho e o espírito vitivinícola. Ali nasceu a “indústria vinícola brasileira”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No início, a uva cultivada era a vitis americana Isabel (que até hoje é bastante cultivada por lá). O interesse em arrecadar impostos por parte do Estado, fez com que os agricultores se organizassem em cooperativas. O treinamento com professores experientes, enólogos e engenheiros agrônomos foi revolucionário. E, a partir de 1920, uvas do gênero vitis vinífera começaram a ser cultivadas. Seu rendimento, apesar de muito menor, justificava a qualidade, bastante superior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1929 surgiu a Granja União que fez história na indústria vinícola brasileira. Curiosidade: boa parte dos históricos terrenos onde eram cultivadas as uvas da Granja União em Flores da Cunha foi comprados, replantados e hoje produzem as uvas da jovem e moderna vinícola Luiz Argenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o sucesso das cooperativas, os vinhos passaram a ser identificados pelo nome das castas, acompanhando uma tendência dos vinhos produzidos no novo mundo. A partir daí, houve uma entrada expressiva de empresas estrangeiras que passaram a comprar e investir no negócio.  Isto despertou os produtores familiares, que perceberam a necessidade de modernização e profissionalização dos negócios. Alguns descendentes de imigrantes italianos correram para se profissionalizar e criar suas empresas. Exemplos bem conhecidos são: Miolo, Pizzato, Valduga, Lidio Carraro entre outros. Outras surgiram puramente fruto de empreendedorismo como a Luiz Argenta. Mas todos com o mesmo sonho, conquistar o consumidor brasileiro e o cobiçado mercado internacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação à viagem, é impressionante ver a evolução do vinho nacional. Quantas descobertas interessantes são fruto de ousadias por parte de alguns produtores! Na busca por ‘sair da caixinha’ buscando inovações, experimentando diferentes castas.  Ver qual se adapta melhor ao terroirs é fundamental e boas surpresas saíram dali. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns produtores mais autorais afirmam que a vocação de Bento Gonçalves, por exemplo, não é a conclamada Merlot, e sim algumas castas italianas como a Barbera por causa de sua acidez natural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas castas têm sido muito exploradas por lá, como a Cabernet Franc e a Tannat (mais cultivada em Encruzilhada do Sul, mais próxima à fronteira com o Uruguai).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os espumantes nacionais são deliciosos e já muito bem conceituados e devidamente premiados internacionalmente. Grandes espumantes têm sido produzidos por lá. Seja pelo método charmat ou o tradicional. As opções são muitas! Brut, Nature, Extra-Brut, Blanc de Blancs, Blanc de Noirs&#8230; É para se esbaldar!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos brancos também gozam de boa reputação e já são bastante aceitos no mercado. Os destaques ficam com a clássica Chardonnay e boas descobertas como a Riesling, Gewurztraminer (aromáticos, porém mais secos que os alemães), Malvasia de Candia entre outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os tintos, tem para todos os gostos. E vão desde os mais potentes e madeirados aos mais ácidos e gastronômicos. O leque é grande! Entre as opções estão os clássicos Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Syrah, Tannat, os cortes clássicos e também Barbera, Teroldego, Ancelota, Nebbiolo e cortes mais inusitados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vinícolas são abertas à visitação e investiram muito na infraestrutura para receber os turistas. O enoturismo tem sido muito bem explorado pela maioria e algumas já contam com loja própria, espaço para degustação, passeios exclusivos pelos vinhedos, bares e restaurantes. São espaços bastante agradáveis e convidativos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os amantes do vinho, sem dúvida é uma região que merece ser visitada. E que vá preparado para comer e beber muito! </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Dicas de restaurantes para quem vai passear por lá</span></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">Região do vale dos vinhedos e arredores:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.osteriadellacolombina.com.br/">Osteria della Colombina</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.pizzaentrevinhos.com.br/">Pizza entre Vinhos</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.vallerustico.com.br/">Vale Rústico</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Chef M Crippa</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Pinto Bandeira:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.familiageisse.com.br/open-lounge">Cave Geisse</a></span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Flores da Cunha:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="http://www.clorestaurante.com.br/site/">Clô (Luiz Argenta)</a></span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Veja as fotos da viagem: muitas vinícolas, vinhos e belas paisagens</span></h2>
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