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	<title>História &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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	<title>História &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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		<title>Um giro por Salento, na Puglia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 20:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Apollonio]]></category>
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		<category><![CDATA[Salento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cenários deslumbrantes, mar de um azul quase inacreditável, cidades construídas sobre rochas, vinhedos se alternando com olivais cercados por muretas de pedra — sim, existe um lugar assim e ele se chama Puglia (ou Apúlia), no sul da Itália. É o salto da bota, uma região vibrante, com uma gastronomia tradicional e uma longa tradição ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cenários deslumbrantes, mar de um azul quase inacreditável, cidades construídas sobre rochas, vinhedos se alternando com olivais cercados por muretas de pedra — sim, existe um lugar assim e ele se chama Puglia (ou Apúlia), no sul da Itália. É o salto da bota, uma região vibrante, com uma gastronomia tradicional e uma longa tradição vitivinícola que vem ganhando cada vez mais destaque no mundo.</p>
<p>Dentro da Puglia, encontramos o Salento — uma península banhada pelos mares Adriático e Jônico, com vilas brancas, tradição pulsante e muito vinho bom. Neste giro por lá, vamos compartilhar um pouco da história, da arte, da comida e claro, da deliciosa vinícola Apollonio 1870, que merece uma visita com hora marcada (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.apolloniovini.it/en/tasting/">saiba mais aqui</a></span>).</p>
<h2><strong>Uma terra de muitas camadas</strong></h2>
<p>A história do Salento é antiga e cheia de influências. Por ali passaram gregos, romanos, bizantinos, normandos, árabes e espanhóis — cada um deixando suas marcas na arquitetura, na língua e também nas receitas. Os gregos trouxeram as videiras e oliveiras, os romanos construíram estradas e cidades, e o tempo foi esculpindo uma identidade cultural única, que se sente em cada esquina.</p>
<h2><strong>Cidades que são puro charme</strong></h2>
<p>Começando por <strong>Alberobello</strong>, famosa pelos “trulli” — aquelas casinhas brancas com telhados cônicos que parecem ter saído de um conto de fadas. São Patrimônio Mundial da UNESCO e uma graça de se ver ao vivo. Seguindo para <strong>Locorotondo</strong> e <strong>Cisternino</strong>, ideais para se perder em suas ruazinhas estreitas, com vasos de flores nas janelas e escadas. O dia pode terminar em grande estilo em <strong>Ostuni</strong>, a chamada “Cidade Branca”, onde tudo brilha sob o sol com uma vista linda do mar.</p>
<p>Mais ao sul, <strong>Lecce</strong> rouba a cena. Conhecida como a “Florença do Sul”, tem um centro histórico encantador, cheio de igrejas barrocas, um anfiteatro romano bem preservado, bares animados e uma energia deliciosa. A cidade é famosa por sua arquitetura barroca com fachadas intricadas e igrejas ornamentadas como a Basílica de Santa Croce. Uma maravilha!</p>
<p>Na parte sul da península, <strong>Castro</strong> e <strong>Santa Maria di Leuca</strong>: Cidades pitorescas ideais para explorar grutas marinhas e apreciar vistas costeiras além de <strong>Otranto</strong> e <strong>Gallipoli</strong>: Cidades litorâneas com centros históricos bem preservados, fortificações antigas e catedrais deslumbrantes.</p>
<p>Já contamos aqui sobre uma de nossas viagens à Puglia. Quer saber mais detalhes? <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://blog.casadovinho.com.br/descubra-a-puglia-e-seus-vinhos/">Leia aqui</a></span>!!!</p>
<h2><strong>Dormir bem, comer melhor</strong></h2>
<p>Uma experiência bem típica da região é se hospedar em uma <strong>masseria</strong> — antigas fazendas fortificadas que hoje oferecem hospedagem charmosa, muitas vezes com produção própria de vinho, azeite e alimentos. Algumas oferecem até aulas de culinária e experiências de colheita, criando aquele clima que a gente adora: contato com a terra e com quem cuida dela.</p>
<p>Falando em comida, a Puglia é um prato cheio. Literalmente. A culinária local é simples, sazonal e muito saborosa:</p>
<ul>
<li><strong>Orecchiette com cime di rapa</strong> (massa artesanal com folhas de nabo e anchovas)</li>
<li><strong>Ciceri e tria</strong> (massa com grão-de-bico, parte frita, parte cozida)</li>
<li><strong>Fave e cicoria</strong> (purê de fava com chicória selvagem)</li>
<li><strong>Frisella</strong>, <strong>taralli</strong>, <strong>rustico leccese</strong>, <strong>pasticciotto</strong>… cada prato tem uma história e um sabor que combina perfeitamente com os vinhos locais.</li>
</ul>
<h2><strong>O renascimento dos vinhos puglieses</strong></h2>
<p>Puglia sempre teve tradição no vinho, mas por muito tempo ficou conhecida pela produção em massa. Isso mudou. Hoje, a região vive um verdadeiro renascimento, com foco em qualidade, na expressão do <em>terroir</em> e uvas autóctones.</p>
<p>O clima quente, os solos calcários e argilosos, e a influência das brisas marinhas criam condições perfeitas para a viticultura. Sistemas tradicionais de condução de videiras, como o alberello pugliese, são empregados para manter baixos rendimentos e sabores concentrados. A região produz vinhos brancos, rosés e os vinhos tintos robustos, que refletem a natureza ensolarada da terra.</p>
<p>A força de Salento reside em suas uvas nativas:</p>
<ul>
<li><strong>Negroamaro</strong>: a alma do Salento, produz tintos terrosos e rosés elegantes;</li>
<li><strong>Primitivo</strong>: prima do Zinfandel, produz vinhos intensos, frutados e alcoólicos;</li>
<li><strong>Susumaniello</strong>: voltou à moda e entrega vinhos frescos e vibrantes;</li>
<li><strong>Malvasia Nera di Lecce</strong>, <strong>Nero di Troia</strong>, completam às variedades tintas</li>
<li><strong>Bianco d’Alessano</strong><strong>, Fiano</strong>, <strong>Verdeca</strong> variedades brancas locais com perfis minerais e crocantes, muito adequados à culinária costeira.</li>
</ul>
<p>Sempre vinhos que falam do lugar de onde vêm — calorosos, rústicos e muito cativantes.</p>
<h2><strong>Apollonio 1870: tradição e excelência</strong></h2>
<p>E agora sim, chegamos na parte mais saborosa para quem ama vinho: a visita à vinícola <strong>Apollonio 1870</strong>. Fundada por Noè Apollonio, é uma das mais tradicionais da região e hoje está nas mãos dos irmãos Marcello e Massimiliano, quarta geração da família.</p>
<p>A vinícola fica em <strong>Monteroni di Lecce</strong>, e além dos vinhedos no <strong>Valle della Cupa</strong>, tem uma cantina belíssima, onde acontecem degustações entre barricas — vale muito a pena agendar.</p>
<p>O cuidado com os vinhos é evidente. A vinícola emprega métodos tradicionais e técnicas modernas de vinificação, equilibrando autenticidade com qualidade. É conhecida por seus processos de envelhecimento, utilizando várias madeiras, incluindo carvalho esloveno, barricas francesas e americanas, e até barris de acácia— algo raro, especialmente usado em rosés, como o incrível <strong>Diciotto Fanali</strong>, feito com 100% Negroamaro.</p>
<p>Outros destaques:</p>
<ul>
<li><strong>Divoto</strong>: um Copertino Riserva potente, complexo e de guarda;</li>
<li><strong>Mani del Sud</strong>: linha que celebra a alma do sul da Itália;</li>
<li><strong>Terragnolo</strong>: Varietais de alto padrão envelhecidos a longo prazo feitos para expressar o <em>terroir</em>;</li>
<li><strong>Il150</strong>: linha comemorativa, fresca e cheia de personalidade;</li>
<li><strong>Elfo</strong>: jovem e direto ao ponto, perfeito para quem está começando.</li>
</ul>
<p>Se você é cliente da Casa do Vinho Famiglia Martini, prepare-se para ser recebido com ainda mais carinho!</p>
<figure id="attachment_6926" aria-describedby="caption-attachment-6926" style="width: 260px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-6926" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/05/puglia-italia-vinhos-3-270x360.jpg" alt="Puglia" width="270" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/05/puglia-italia-vinhos-3-270x360.jpg 270w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/05/puglia-italia-vinhos-3-113x150.jpg 113w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2021/05/puglia-italia-vinhos-3.jpg 600w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" /><figcaption id="caption-attachment-6926" class="wp-caption-text">Luiza em uma de nossas visitas à Apollonio</figcaption></figure>
<h2><strong>Um pedaço da Itália que conquista o coração</strong></h2>
<p>Salento tem algo de mágico. Seja caminhando pelas ruas de Lecce, tomando um copo de Primitivo numa masseria ou comendo um pasticciotto olhando para o mar, a sensação é de estar vivendo algo genuíno — uma Itália menos turística, mas profundamente autêntica.</p>
<p>A Apollonio, com seus vinhos e sua história, é um exemplo perfeito desse espírito: tradição e inovação andando lado a lado. Uma viagem à Puglia é um brinde à vida — daqueles que a gente leva na memória (e no paladar) por muito tempo.</p>
<p>Deu água na boca e já está querendo fazer planos para sua viagem à Puglia? Aproveite os vinhos da Apollonio para aclimatar! Saiba mais sobre eles no site da Casa do vinho Famiglia Martini: <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtor/apollonio-vini/"><span style="color: #0000ff;">Apollonio</span></a></span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7491" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-360x54.png" alt="" width="360" height="54" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-360x54.png 360w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-1024x152.png 1024w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-150x22.png 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-768x114.png 768w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-1536x229.png 1536w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2025/07/loghi_colori_EN-2048x305.png 2048w" sizes="(max-width: 360px) 100vw, 360px" /></p>
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		<title>Vinitaly 2024</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/vinitaly-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 19:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[feira de vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinitaly 2024 Este ano resolvemos voltar às nossas origens e participar mais uma vez da feira que sempre nos proporcionou ótimos negócios e relações. A Vinitaly, maior feira de vinhos da Itália e uma das maiores do mundo, acontece em abril, na encantadora Verona, cidade de Romeu e Julieta. Esta foi a 56° edição e ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Vinitaly 2024" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/vinitaly-2024/#more-7327" aria-label="More on Vinitaly 2024">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vinitaly 2024</strong></p>
<p>Este ano resolvemos voltar às nossas origens e participar mais uma vez da feira que sempre nos proporcionou ótimos negócios e relações. A Vinitaly, maior feira de vinhos da Itália e uma das maiores do mundo, acontece em abril, na encantadora Verona, cidade de Romeu e Julieta.</p>
<p>Esta foi a 56° edição e teve um público de aproximadamente 97.000 pessoas. São 13 pavilhões imensos na Veronafiere (aproximadamente 150.000m2 de área coberta) com estandes de variados tamanhos. Com mais de 4.000 expositores, dá para imaginar a quantidade de vinhos! O capricho dos produtores e o investimento deixam a feira além de funcional, bonita e até aconchegante. Muito dos espaços criados são incríveis e chamativos, um espetáculo à parte.</p>
<p><strong>OperaWine</strong></p>
<p>Com tudo organizado e 26 reuniões agendadas chegamos um dia antes para aclimatar e participar da incrível degustação que acontece no dia anterior ao início da feira: OperaWine. O evento, apenas para convidados, reuniu 1.900 pessoas entre jornalistas, sommeliers e profissionais do vinho.  Oferecido pela Veronafiere juntamente com a Vinitaly e contribuição da famosa e mais respeitada revista de vinhos a Wine Spectator a degustação aconteceu na espaçosa Gallerie Mercatali.  Lá foram reunidos 130 produtores com rótulos sob a curadoria da Wine Spectator. É uma verdadeira celebração internacional dos vinhos italianos. Um deleite ao paladar dos amantes do vinho.</p>
<p>Nossa jornada pelo expoente da enologia italiana começou pela Toscana e escolhemos um parceiro para dar início, o Valdicava. O vinho era um Brunello di Montalcino 1991, indisponível no mercado. Estava impressionante e nos deixou com expectativa ainda maior do que estava por vir. Os dois vinhos mais disputados tinham fila para quem queria apreciar: Sassicaia 1997 e Ornelaia 2010 comemorativo dos 25 anos. Estavam realmente deliciosos, mas posso dizer que, na minha humilde opinião, outros vinhos me agradaram ainda mais. No meio de tantos vinhos incríveis, orgulho de importarmos alguns. Estavam presentes na seleção especial, Nino Negri <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtos/nino-negri-5-stelle-sfursat-2011-lombardia/"><strong>5 Stelle Sfursat</strong></a></span>, Elena Fucci <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtor/elena-fucci/"><strong>Titolo</strong></a></span>, além do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://casadovinho.com.br/produtor/valdicava/"><strong>Valdicava Brunello di Montalcino</strong></a></span>, já mencionado acima.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7336" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/5stelle-270x360.jpeg" alt="" width="270" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/5stelle-270x360.jpeg 270w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/5stelle-768x1024.jpeg 768w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/5stelle-113x150.jpeg 113w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/5stelle.jpeg 960w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" />   <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7340" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Titolo-270x360.jpeg" alt="" width="270" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Titolo-270x360.jpeg 270w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Titolo-768x1024.jpeg 768w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Titolo-113x150.jpeg 113w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Titolo.jpeg 960w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" />   <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7338" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/valdicava-270x360.jpeg" alt="" width="270" height="360" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/valdicava-270x360.jpeg 270w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/valdicava-767x1024.jpeg 767w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/valdicava-112x150.jpeg 112w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/valdicava-768x1025.jpeg 768w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/valdicava.jpeg 959w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" /></p>
<p>Para os que não resistirem e quiserem dar uma olhada nos vinhos maravilhosos que foram servidos nesta edição, segue o link: <span style="color: #3366ff;"><a style="color: #3366ff;" href="https://www.vinitaly.com/eventi/operawine/operawine-2024/catalogo-operawine-2024/" target="_blank" rel="noopener">OperaWine</a></span>. Mas fica aqui um aviso: pode causar inveja!</p>
<div style="width: 900px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-7327-1" width="900" height="506" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/operawine.mp4?_=1" /><a href="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/operawine.mp4">https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2024/06/operawine.mp4</a></video></div>
<p>Agora voltemos ao tema principal deste post&#8230;</p>
<p><strong>A feira</strong></p>
<p>Sem direito à ressaca, primeiro que sabendo beber, vinho bom não dá, segundo que já estamos bem curtidos. O primeiro dia começou com muito trabalho. Primeira reunião às 10hs da manhã. A feira abre às 9h, porém esta primeira hora os produtores ainda estão organizando os vinhos e taças. Foram 6 reuniões antes das 15hs, pois este era o horário de uma rodada de degustações e negócios promovida pela ITA (Italian Trade Agency). Resumo do dia: aproximadamente 70 vinhos degustados e excelentes perspectivas de bons negócios!</p>
<p>O segundo e terceiro dia foram os mais movimentados. Foram 9 agendamentos por dia! Entre novidades e parceiros (atuais e antigos) grandes descobertas e ‘redescobertas’. Muito trabalho e correria para dar conta de todos as reuniões. Lembrando que muitas vezes elas rendem bem mais que o esperado. Principalmente quando existe um real interesse. A degustação tem que ser feita com critério para que a avaliação seja precisa, é dela que vão resultar nossas escolhas e investimentos. Nestes dias, mesclado às novidades nossa parada obrigatória em alguns parceiros de longa data: Apollonio, Mocali, La Rasina, Ca del Monte, entre outros.</p>
<p>Às vezes tínhamos uma pequena pausa para almoço e, em um dos dias, acabamos aproveitando um <em>Showcooking</em> promovido pela Puglia. Claro que o menu foi harmonizado com vinhos locais. Nestes dois dias foram uns 130 rótulos degustados. Tirando os que degustamos nos intervalos que não vamos importar, mas nos servem de referência, todos os vinhos foram devidamente avaliados e catalogados. O caderninho de anotações voltou recheado!</p>
<p>O último dia é sempre mais resumido pois muitos visitantes e produtores acabam saindo depois do almoço para voltar às suas cidades. Então, nossas reuniões ficaram concentradas no período da manhã. Uma surpresa muito positiva foi um dos produtores que ficaram para o final e mesmo depois de tantos vinhos degustados, conseguiu nos surpreender! Mas ainda não vou contar aqui&#8230;</p>
<p>O balanço final foi superpositivo. Ficamos exaustos, mas muito realizados com nosso ‘garimpo’. Agora é trabalhar muito para conseguir trazer todos novos e antigos ‘queridinhos’!</p>
<p>Obrigada Vinitaly e até 2025!</p>
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		<title>Uvas, vinhos e vinícolas do Rio Grande do Sul, Brasil</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/uvas-vinhos-e-vinicolas-do-rio-grande-do-sul-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 20:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabamos de fazer uma viagem ao Rio Grande do Sul com deliciosas visitas a vinícolas de Bento Gonçalves, Flores da Cunha e Pinto Bandeira. Para começar, vamos falar resumidamente sobre a história da indústria do vinho no Brasil. História resumida da indústria do vinho no Brasil  Apesar dos primeiros vinhedos terem sido plantados em SP, ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Uvas, vinhos e vinícolas do Rio Grande do Sul, Brasil" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/uvas-vinhos-e-vinicolas-do-rio-grande-do-sul-brasil/#more-7006" aria-label="More on Uvas, vinhos e vinícolas do Rio Grande do Sul, Brasil">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Acabamos de fazer uma viagem ao Rio Grande do Sul com deliciosas visitas a vinícolas de Bento Gonçalves, Flores da Cunha e Pinto Bandeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para começar, vamos falar resumidamente sobre a história da indústria do vinho no Brasil.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">História resumida da indústria do vinho no Brasil </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos primeiros vinhedos terem sido plantados em SP, foi no RS que o cultivo da uva para produção de vinho prosperou. A partir de 1875, inicia o crescimento da vitivinicultura gaúcha, graças à chegada da colonização italiana. Foram os italianos que trouxeram na bagagem além das cepas de uvas europeias, o hábito do consumo de vinho e o espírito vitivinícola. Ali nasceu a “indústria vinícola brasileira”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No início, a uva cultivada era a vitis americana Isabel (que até hoje é bastante cultivada por lá). O interesse em arrecadar impostos por parte do Estado, fez com que os agricultores se organizassem em cooperativas. O treinamento com professores experientes, enólogos e engenheiros agrônomos foi revolucionário. E, a partir de 1920, uvas do gênero vitis vinífera começaram a ser cultivadas. Seu rendimento, apesar de muito menor, justificava a qualidade, bastante superior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1929 surgiu a Granja União que fez história na indústria vinícola brasileira. Curiosidade: boa parte dos históricos terrenos onde eram cultivadas as uvas da Granja União em Flores da Cunha foi comprados, replantados e hoje produzem as uvas da jovem e moderna vinícola Luiz Argenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o sucesso das cooperativas, os vinhos passaram a ser identificados pelo nome das castas, acompanhando uma tendência dos vinhos produzidos no novo mundo. A partir daí, houve uma entrada expressiva de empresas estrangeiras que passaram a comprar e investir no negócio.  Isto despertou os produtores familiares, que perceberam a necessidade de modernização e profissionalização dos negócios. Alguns descendentes de imigrantes italianos correram para se profissionalizar e criar suas empresas. Exemplos bem conhecidos são: Miolo, Pizzato, Valduga, Lidio Carraro entre outros. Outras surgiram puramente fruto de empreendedorismo como a Luiz Argenta. Mas todos com o mesmo sonho, conquistar o consumidor brasileiro e o cobiçado mercado internacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação à viagem, é impressionante ver a evolução do vinho nacional. Quantas descobertas interessantes são fruto de ousadias por parte de alguns produtores! Na busca por ‘sair da caixinha’ buscando inovações, experimentando diferentes castas.  Ver qual se adapta melhor ao terroirs é fundamental e boas surpresas saíram dali. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns produtores mais autorais afirmam que a vocação de Bento Gonçalves, por exemplo, não é a conclamada Merlot, e sim algumas castas italianas como a Barbera por causa de sua acidez natural. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas castas têm sido muito exploradas por lá, como a Cabernet Franc e a Tannat (mais cultivada em Encruzilhada do Sul, mais próxima à fronteira com o Uruguai).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os espumantes nacionais são deliciosos e já muito bem conceituados e devidamente premiados internacionalmente. Grandes espumantes têm sido produzidos por lá. Seja pelo método charmat ou o tradicional. As opções são muitas! Brut, Nature, Extra-Brut, Blanc de Blancs, Blanc de Noirs&#8230; É para se esbaldar!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos brancos também gozam de boa reputação e já são bastante aceitos no mercado. Os destaques ficam com a clássica Chardonnay e boas descobertas como a Riesling, Gewurztraminer (aromáticos, porém mais secos que os alemães), Malvasia de Candia entre outras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os tintos, tem para todos os gostos. E vão desde os mais potentes e madeirados aos mais ácidos e gastronômicos. O leque é grande! Entre as opções estão os clássicos Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Syrah, Tannat, os cortes clássicos e também Barbera, Teroldego, Ancelota, Nebbiolo e cortes mais inusitados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vinícolas são abertas à visitação e investiram muito na infraestrutura para receber os turistas. O enoturismo tem sido muito bem explorado pela maioria e algumas já contam com loja própria, espaço para degustação, passeios exclusivos pelos vinhedos, bares e restaurantes. São espaços bastante agradáveis e convidativos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os amantes do vinho, sem dúvida é uma região que merece ser visitada. E que vá preparado para comer e beber muito! </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Dicas de restaurantes para quem vai passear por lá</span></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">Região do vale dos vinhedos e arredores:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.osteriadellacolombina.com.br/">Osteria della Colombina</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.pizzaentrevinhos.com.br/">Pizza entre Vinhos</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.vallerustico.com.br/">Vale Rústico</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Chef M Crippa</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Pinto Bandeira:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="https://www.familiageisse.com.br/open-lounge">Cave Geisse</a></span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Flores da Cunha:</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; <a href="http://www.clorestaurante.com.br/site/">Clô (Luiz Argenta)</a></span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Veja as fotos da viagem: muitas vinícolas, vinhos e belas paisagens</span></h2>
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		<item>
		<title>A Basilicata e os incríveis vinhos feitos da uva Aglianico!</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/a-basilicata-e-os-incriveis-vinhos-feitos-da-uva-aglianico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 20:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
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		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Basilicata, região no sul da Itália, possui solo naturalmente vulcânico e altitude de 500-550 metros acima do nível do mar. O Mont Vulture é um vulcão extinto que atualmente é rodeado de videiras. É nesta região que encontramos as condições que são ideais para a uva Aglianico. Esta casta amadurece tarde e é frequentemente uma ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Basilicata, região no sul da Itália, possui solo naturalmente vulcânico e altitude de 500-550 metros acima do nível do mar. O Mont Vulture é um vulcão extinto que atualmente é rodeado de videiras. É nesta região que encontramos as condições que são ideais para a uva Aglianico. Esta casta amadurece tarde e é frequentemente uma das últimas uvas tintas a serem colhidas na Itália, sendo selecionadas no final de outubro para o início de novembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vinhos Aglianico del Vulture são potencialmente encorpados, desenvolvendo textura rica, estruturado, de taninos firmes, acidez bastante viva e as típicas notas de chocolate-cereja. O sul da Itália se destaca na produção da uva, uma vez que seu clima consegue garantir a correta e necessária maturação da uva, equilibrando sua acidez acentuada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O solos vulcânicos da região salvaram os vinhedos da Filoxera, pois esta não se desenvolve em áreas ricas em enxofre. Assim, a Basilicata e a Campania ainda plantam vinhedos em pé franco (sem enxerto). Vulture, Taurasi e Taburno são principais sub-regiões onde estas condições são encontradas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aglianico é conhecido por seu grande potencial de envelhecimento e sua capacidade suavizar seus taninos alcançando uma textura mais sedosa, com o tempo. Por isso é intitulado &#8220;o Barolo&#8221; do Sul. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história da Aglianico del Vulture é muito antiga. Seu nome deriva de “Elleanico”, que significa: </span><i><span style="font-weight: 400;">o que vem da Grécia</span></i><span style="font-weight: 400;">. A uva provavelmente foi introduzida pelos gregos no sul da Itália no século VI ou VII a.C. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das referências literárias sobre esta uva foi deixada pelo poeta romano Horácio, que celebra a beleza de sua terra natal e a qualidade do vinho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aglianico del Vulture foi premiado com Denominazione di Origine Controllata (DOC) em 1971 e a superior Denominazione di Origine Controllata e Garantita (DOCG) em 2011, a única na Basilicata.</span></p>
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		<item>
		<title>Garrafas de vinho: seus tamanhos, nomes, formatos e curiosidades</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/garrafas-de-vinho-tipos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 19:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[garrafas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As garrafas de vinho são uma curiosidade à parte. Podemos começar pelos seus nomes. Muitas das garrafas têm nomes com referências bíblicas além também de reis do mundo antigo.  A garrafa de 750 ml é conhecida como garrafa padrão.  187 ml: também conhecida como Piccolo 375 ml: a famosa meia-garrafa  1,5 litros: batizada como Magnum. ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As garrafas de vinho são uma curiosidade à parte. Podemos começar pelos seus nomes. Muitas das garrafas têm nomes com referências bíblicas além também de reis do mundo antigo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A garrafa de 750 ml é conhecida como garrafa padrão. </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">187 ml: também conhecida como Piccolo</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">375 ml: a famosa meia-garrafa </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">1,5 litros: batizada como Magnum. O nome vem do latim e significa grande. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">3 litros: chamadas de Jeroboam ou Double Magnum. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">4,5 litros: batizadas como Rehoboam. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">6 litros: chamadas de Imperial ou Matusalém. </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">9 litros: conhecidas com Salmanazar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">12 litros: Baltazar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">15 litros: Nabucodonosor</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">18 litros: Melchior</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">20 litros: Salomão</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">E ainda há outras mais raras e ainda maiores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra curiosidade é o porquê do tamanho padrão ser 750 ml. E existem diversas possíveis justificativas. Uma delas seria que o tamanho teria a ver com a capacidade pulmonar dos sopradores de vidro. Mas a mais aceita é que se deve a um ajuste de medidas. Os maiores clientes dos franceses eram os ingleses, que usavam galões imperiais como medida. Os vinhos eram embarcados em barricas de 50 galões ou 225 litros. Para simplificar, esta medida corresponde a 300 garrafas de 750 ml. Como um galão corresponde a 6 garrafas de 750 ml, muitos acham que as caixas de vinho padrão (6 ou 12 unidades) pode ter vindo daí.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra curiosidade é a anatomia das garrafas. Elas são compostas por: gargalo, pescoço, ombros, bojo e base. Os ombros estão associados à possibilidade de ‘reter’ os resíduos sólidos ou borras na garrafa ao servir o vinho. A base é onde normalmente existe uma concavidade também de origem ou função bem polêmica. Existem varias justificativas para ela. Desde facilitar o empilhamento em adegas até o aumento de resistência, para reter sedimentos no fundo ou mesmo para dar aparência de robustez e agregar valor ao produto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da anatomia vamos aos formatos. Eles têm relação com sua origem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A garrafa mais usada é a Bordalesa. Ela tem um bojo cilíndrico e ombros marcados. </span><span style="font-weight: 400;">A Borgonhesa é mais larga e afina em direção ao pescoço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A de Champagne se parece com a Borgonhesa, porém é mais robusta para aguentar a pressão interna que pode chegar a 5 atm. Seu gargalo também é diferente para prender a gaiola que segura sua rolha também diferenciada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Renana ou Alsaciana é usada para vinhos brancos. É alta bastante alongada, mais estreita e sem ombros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A do Porto é usada para vinhos fortificados. É mais baixa, larga e com ombros bastante acentuados. </span></p>
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		<item>
		<title>Uva Tannat, muito além do Uruguai: Madiran, França</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/uva-tannat-muito-alem-do-uruguai-madiran-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 19:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A uva emblemática do Uruguai. Com ela acontece o mesmo que com a Malbec. Muitos associam o país que desponta em sua produção como sendo sua origem. Porém seu berço é Madiran. A região fica ao Sul de Bordeaux, em direção aos Pirineus. Os vinhos produzidos ali têm a Tannat como sua base. São tintos ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Uva Tannat, muito além do Uruguai: Madiran, França" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/uva-tannat-muito-alem-do-uruguai-madiran-franca/#more-6862" aria-label="More on Uva Tannat, muito além do Uruguai: Madiran, França">Leia mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A uva emblemática do Uruguai. Com ela acontece o mesmo que com a Malbec. Muitos associam o país que desponta em sua produção como sendo sua origem. Porém seu berço é Madiran. A região fica ao Sul de Bordeaux, em direção aos Pirineus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os vinhos produzidos ali têm a Tannat como sua base. São tintos de cor intensa (boa concentração de cor na casca e também na polpa), poderosos, tânicos (daí a origem do nome), com acidez viva e muito longevos. No séc. XI a região produzia vinhos rústicos e em grande quantidade, que eram muitas vezes usados para complementar vinhos de outras regiões. Em 1948 a região começou a estruturar suas atividades e foi introduzida a apelação de origem. Foi na década de 80 que passou a produzir vinhos de calibre. A legislação local permite que sejam produzidos vinhos com no mínimo 60 a 80% de Tannat, e corte com as uvas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc ou a uva local Fer Servadu (Pinenc).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cortes são usados principalmente para amaciar seus taninos agressivos e resultando em vinhos mais ricos, elegantes e aromáticos. O estágio em barricas de carvalho também é bastante usado para suavizar os taninos e dar mais equilíbrio ao vinho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Uruguai a uva chegou pelas mãos dos imigrantes franceses, por volta de 1870. Ali ela se adaptou perfeitamente e se tornou, não é a toa que se tornou a uva emblemática e símbolo do país. Foi apenas por volta de um século depois que esta despontou e sua produção comercial ganhou força. Como o país tem temperaturas mais baixas durante a noite, esta oscilação resulta em vinhos mais estruturados e taninos mais macios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da França e do Uruguai, o Brasil, na região da Campanha Gaúcha, também produz vinhos da uva Tannat com bons resultados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outras características da uva: uma das mais ricas em polifenóis como o resveratrol.  Produz vinhos aromáticos com frutas maduras e toques de couro e especiarias. Quando estagia em carvalho ganha nuances de café, chocolate amargo e tabaco. Para fazer harmonizações, levar em conta seus taninos marcantes. Com boa acidez e álcool bem equilibrado são boa opção para carnes vermelhas mal passadas e queijos duros. </span></p>
<p>Para aprender na prática, não deixe de provar um ótimo exemplar de Tannat francês. Para saber mais: <a href="https://casadovinho.com.br/produtos/domaine-de-poujo-tannat-2015-madiran/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #800000;"><strong>clique aqui</strong></span></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uva Malbec, muito além da Argentina: Cahors, França</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/uva-malbec-muito-alem-da-argentina-cahors-franca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 19:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.casadovinho.com.br/?p=6859</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sem dúvida alguma é a uva mais importante e mais plantada da Argentina. É tão forte a associação da mesma com o país, que muitos imaginam que seja lá também sua origem. Porém esta emblemática casta tem origem na França, mais especificamente em Cahors. Cahors é uma região no sudoeste francês próximo a Toulouse, a ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Uva Malbec, muito além da Argentina: Cahors, França" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/uva-malbec-muito-alem-da-argentina-cahors-franca/#more-6859" aria-label="More on Uva Malbec, muito além da Argentina: Cahors, França">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Sem dúvida alguma é a uva mais importante e mais plantada da Argentina. É tão forte a associação da mesma com o país, que muitos imaginam que seja lá também sua origem. Porém esta emblemática casta tem origem na França, mais especificamente em Cahors.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cahors é uma região no sudoeste francês próximo a Toulouse, a aproximadamente 200 km de Bordeaux. No século XIX era grande região produtora chegando a ter 58 mil hectares de área dedicadas às vinhas. Mas ainda no final do século, após o ataque da filexara, restaram apenas 4.200 ha. As vinhas de Malbec reagiram muito mal à praga. Os vinhedos foram replantados, mas só no final dos anos 1940 que se chegou a um clone que teve boa aceitação. Até então eram produzidos ali vinhos medíocres. A partir de então, viveu um período de ascendência e em 1971 Cahors foi declarada AOC (Appellation d’Origine Contrôlée), a denominação de origem controlada.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A uva foi descoberta por um húngaro chamado Malbeck, daí a origem do nome. Os vinhos provenientes desta uva são muito escuros, possuem delicioso frescor, taninos vivos, boa acidez e bom potencial de guarda. São elegantemente frutados com toques florais (violeta) e de especiarias. Dependendo do estágio em barricas, notas de couro e toques terrosos com o passar dos anos. A legislação local permite que se faça um corte da Malbec com até 30% de Merlot e/ou Tannat, obedecendo sempre um mínimo de 70% de Malbec.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Argentina, a Malbec se adaptou muito bem e foi no século XX que o vinho lá produzido ganhou notoriedade. Muito por causa de sua ‘drinkability’ e seus taninos mais maduros, inicialmente é mais acessível aos paladares que o ‘irmão’ francês. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Malbec argentina fez muito sucesso e muitos outros países hoje também já cultivam a casta. Principalmente o Chile, por conta das altitudes elevadas, mas também o Brasil, Estados Unidos, Espanha entre outros são exemplos de países que tem cultivado a Malbec. Mas não é qualquer lugar que está apto à sua produção. Para conseguir extrair dela todas suas características principais. O ideal para chegar à acidez esperada, por exemplo, é ter uma boa amplitude térmica: dias mais quentes e noites mais frias como acontece em regiões de maior altitude. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido às variações de </span><i><span style="font-weight: 400;">terroir</span></i><span style="font-weight: 400;">, podemos concluir que os resultados são bastante diferentes. Os vinhos Malbec de origem francesa tendem a ter um pouco mais de acidez, dando a eles uma boa complexidade e toques gastronômicos. Os argentinos são mais potentes, encorpados e alcoólicos. Mas a cor, sempre intensa e tendendo para o arroxeado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para harmonizar, uma carne vermelha sempre é bem vinda. Churrasco então&#8230;  maravilha! Quanto aos queijos, preferência para os duros. Se quiser ousar, vai bem com chocolate. Isto mesmo. Alguns vinhos secos combinam com chocolate também! </span></p>
<p>Para aprender na prática, não deixe de provar um ótimo exemplar de Malbec francês. Para saber mais: <a href="https://casadovinho.com.br/produtos/les-comtes-malbec-2015-cahors/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #800000;"><strong>clique aqui</strong></span></a></p>
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		<title>Curiosidades históricas do vinho</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/curiosidades-historicas-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 18:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curiosidades históricas sobre o vinho  Há mais coisas entre o vinhedo e a garrafa do que pode imaginar nossa vã filosofia&#8230; E algumas dessas coisas são bem curiosas! Existem um nome para as pessoas que tem medo de vinho: oenophobicos.  Um conjunto de leis escrito em 1772 Antes de Cristo e conhecido como código de ... </p>
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<p><b>Curiosidades históricas sobre o vinho </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há mais coisas entre o vinhedo e a garrafa do que pode imaginar nossa vã filosofia&#8230;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E algumas dessas coisas são bem curiosas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem um nome para as pessoas que tem medo de vinho: </span><i><span style="font-weight: 400;">oenophobicos. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um conjunto de leis escrito em 1772 Antes de Cristo e conhecido como código de Hamurabi possuía dezenas de leis a respeito do vinho, como essa:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Se uma taberneira não aceita trigo por preço das bebidas a peso, mas toma dinheiro e o preço da bebida é menor do que o do trigo, deverá ser convencida disto e lançada na água”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O vinho branco é feito de uvas brancas que na verdade são verdes, mas pode ser feito de uvas tintas &#8211; que são roxas &#8211; sem as cascas e o vinho verde pode ser branco, tinto ou rosé.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os simpósios eram bem mais divertidos na Grécia antiga. A origem dessa palavra vem de “reunir-se para beber” e desses encontros saíram muitos discursos filosóficos e decisões políticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa época na Grécia misturava-se de tudo no vinho, que não era lá essas coisas: especiarias, mel, frutas e até água do mar! Tudo para que ele ficasse com um gosto “melhor”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Vinho do Porto não é produzido no Porto, mas no Douro. Mas champagne? Só na França, na região de mesmo nome.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O vinho serviu de inspiração para lançamento dos produtos mais variados: de geleias a velas com aromas de uvas nobres a cremes e sabonetes e até pirulitos de Cabernet Sauvignon ou Chardonnay além de acessórios&#8230; BEM curiosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muita gente planta rosas entre os vinhedos, e não é pra ficar lindo. As rosas são mais atrativas e sensíveis aos insetos, que as atacam antes do vinhedo, assim quando as rosas são atacadas, soa o alarme para os viticultores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As leveduras que transformam o suco de uva em vinho, essa aí com nome complicado, (</span><i><span style="font-weight: 400;">Saccharomyces cerevisiae) é</span></i><span style="font-weight: 400;"> da mesma família que faz pão, cerveja e bioetanol!</span></p>
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		<title>Baco</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/baco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 00:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liber, Liberato, Bacchus ou Baco é como atende Dionísio, deus do vinho, dos excessos, especialmente os sexuais, da ebriedade e da natureza. De Baco deriva a palavra bacanal que foi muito retratada por pintores famosos ao longo dos séculos&#8230;. Curioso para saber como é que esse bebê fofinho virou um dos deuses mais amados e ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Liber, Liberato, Bacchus ou Baco é como atende Dionísio, deus do vinho, dos excessos, especialmente os sexuais, da ebriedade e da natureza.<br />
De Baco deriva a palavra bacanal que foi muito retratada por pintores famosos ao longo dos séculos&#8230;.</p>
<p>Curioso para saber como é que esse bebê fofinho virou um dos deuses mais amados e lembrados em tantas culturas? Dionísio ou Baco, segundo a lenda, é filho de Sêmele, uma mortal, com o deus Júpiter (ou Zeus, para os romanos). Quando Sêmele estava grávida, foi instigada por Hera (a deusa protetora do casamento) a pedir para Zeus se mostrar a ela como deus. Mas quando Zeus realizou seu desejo, ela foi queimada viva pelo seu esplendor. Então Zeus, com pena da criança, tirou o bebê de sua barriga e terminou a gestação em sua própria coxa.</p>
<p>Mas Hera não parou por aí. Temendo um novo ataque, Zeus deu seu filho para que Hermes o levasse e fosse criado por sua tia, mas Hera enlouqueceu o casal que o acolheu.<br />
Temendo novamente pela vida do filho, Zeus transformou Dionísio em um bode e mandou que Hermes o levasse mais uma vez. Assim ele foi deixado no monte Nisa, onde foi confiado aos cuidados das ninfas Nisíades e aos sátiros que lá habitavam numa gruta profunda.</p>
<p>Na gruta entrelaçavam-se cachos de uva maduras, e num belo dia, Dionísio espremeu as uvas e bebeu o seu suco. Foi assim que o vinho nasceu!<br />
Claro que todos beberam demais, cantaram demais, dançaram demais e você sabe mais o que&#8230;</p>
<p>Hera mais uma vez ficou furiosa e enlouqueceu Baco, que saiu pelo mundo até chegar à Frígia, onde foi curado por Cibele e introduzido ao seu culto “orgiástico”. Baco não apenas foi enlouquecido como também enlouqueceu as mulheres do reino de Penteu, opositor do seu culto, que com ajuda das bacantes, despedaçaram o rei, julgando que fosse uma fera. Depois de difundir o culto dionisíaco em toda a terra, ele finalmente subiu ao Olimpo, não sem antes resgatar sua mãe no mundo dos mortos.</p>
<p>Já como deus do Olimpo, Dioniso raptou Ariadne em Naxos e tomou parte na luta contra os Gigantes ao lado de Zeus e outros imortais, tendo inclusive matado a Êurito com um golpe de tirso.<br />
Em Baco, podemos ver representados diversos comportamentos humanos: a loucura causada pelos excessos e a luxúria, que fez a Igreja criar uma imagem de demônio muito semelhante a Dionísio, mas também os prazeres do álcool, da liberdade e do apego à natureza e ao natural.</p>
<p>O mito de Baco mostra nosso caráter dual e como o mesmo veículo pode trazer prazer ou dor, mostrar nosso melhor ou pior lado, nos libertar ou prender.</p>
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		<title>Diário de um passeio inesquecível pelo Douro</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/diario-de-um-passeio-inesquecivel-pelo-douro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 18:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje relembramos uma das nossas viagens à Portugal em visita aos nossos produtores exclusivos e como fomos tão bem recebidos. Por Luiza Martini, sócia e proprietária da Casa do Vinho É impressionante a beleza única deste lugar. Suas montanhas, em grande parte esculpidas pelo homem, criam grafismos maravilhosos na paisagem. Sem falar, é claro, do ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="Diário de um passeio inesquecível pelo Douro" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/diario-de-um-passeio-inesquecivel-pelo-douro/#more-6397" aria-label="More on Diário de um passeio inesquecível pelo Douro">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje relembramos uma das nossas viagens à Portugal em visita aos nossos produtores exclusivos e como fomos tão bem recebidos.</p>
<p><em>Por Luiza Martini, sócia e proprietária da Casa do Vinho</em></p>
<p>É impressionante a beleza única deste lugar. Suas montanhas, em grande parte esculpidas pelo homem, criam grafismos maravilhosos na paisagem. Sem falar, é claro, do lindo rio Douro.</p>
<h2><strong>1° dia</strong></h2>
<p>Meu passeio não foi apenas para apreciar a bela paisagem do local, mas também para acompanhar mais de perto o trabalho nas vinhas e adegas. Poder conhecer os produtores e enólogos e a filosofia por trás de cada vinho foi muito especial, além de um grande aprendizado. Passamos a valorizar ainda mais este néctar que nos proporciona tanto prazer.</p>
<p>Meu primeiro ponto de parada foi na Quinta do Tedo. Em localização privilegiada pela beleza natural onde os rios Tedo e Douro se encontram. Em seus sítios podemos encontrar duas das demarcações de Denominação de Origem feitas pelo Marquês de Pombal entre 1755 e 1761.</p>
<p>Curiosidade: você sabia que as denominações de origem feitas pelo Marquês de Pombal no Douro foram as primeiras do mundo? Para os que quiserem aproveitar ainda mais, a Quinta do Tedo hoje conta com o Projeto “Wine and Sleep” e possui uma pousada com 5 quartos na própria quinta. Um charme!</p>
<figure id="attachment_6399" aria-describedby="caption-attachment-6399" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6399 size-full" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-2.jpg" alt="" width="400" height="267" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-2.jpg 400w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-2-150x100.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-6399" class="wp-caption-text">Vista da Quinta do Tedo</figcaption></figure>
<p>A visita começou com um tour pelas instalações. A Quinta do Tedo é pequena e trabalha de forma artesanal com a clássica pisa de pé em lagares. O processo é árduo com pisas durante 3 a 4 horas por dia, durante alguns dias. Dali, o mosto segue para os tanques de onde é feita a adição de aguardente vínica (no caso dos vinhos do Porto) ou para os tanques de inox para a fermentação dos vinhos Tranquilos (DOC). As instalações são muito bem cuidadas, mas devido à demanda de espaço para o envelhecimento dos vinhos, já existe um projeto de construção de uma cave subterrânea, a primeira do Douro.</p>
<h3>A melhor parte:</h3>
<p>Para finalizar, uma deliciosa degustação dos incríveis vinhos da Quinta do Tedo, incluindo os DOCs Colheita e Grande Reserva Savedra (feito de vinhas velhas e com mais de 20 variedades de castas) e os Portos Rosé, Tawny 10 e 20 anos finalizando com um Vintage 2011.  Para apreciador nenhum botar defeito!</p>
<p>Acompanhados por Jorge, enólogo e responsável pela Quinta do Tedo, fomos ao delicioso e renomado restaurante DOC. Almoço e companhia incríveis! Obrigada pelo carinho, Jorge. Depois de um dia intenso e maravilhoso, um pequeno descanso antes do jantar no transado restaurante Castas e Pratos na estação de trem do Peso da Régua. Tudo muito gostoso, além de uma carta de vinhos portugueses fantástica!</p>
<h2><strong>2° dia</strong></h2>
<p>Não poderia imaginar, nem em sonho, quanta surpresa este dia nos reservaria. Pedro Sequeira, um dos enólogos da 2PR e das quintas do grupo DFE (Douro Family Estates), foi nos buscar no hotel para visitar a Quinta dos Poços. Maria Luísa, a filha do casal proprietário da quinta, veio de Porto exclusivamente para nos receber. Assim como Maria Luísa, João Carvalho (responsável pela área de marketing, logística, exportação e relações do grupo) também veio nos acompanhar.</p>
<figure id="attachment_6400" aria-describedby="caption-attachment-6400" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6400 size-full" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-3.jpg" alt="" width="400" height="267" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-3.jpg 400w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-3-150x100.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-6400" class="wp-caption-text">Quinta dos Poços &#8211; Pedro Sequeira, João Carvalho, Luiza Martini e Maria Luísa</figcaption></figure>
<div></div>
<div>Passeamos pelas vinhas, galpões de vinificação e adegas, sempre com Pedro nos orientando com as explicações de cada parte do processo. A Quinta dos Poços utiliza pisa de pé em lagares e, apesar de ter sido adquirida a 25 anos por José Manuel e Maria Luísa, mantém a tradição de suas origens que remontam há 300 anos. Sua história é preservada com carinho pela família. O almoço tradicional, caldo, feijoada e muuuitos doces caseiros, na antiga casa de 300 anos em companhias tão especiais foi uma experiência ímpar. E o melhor, tudo isso harmonizado com os deliciosos vinhos da Quinta dos Poços. Para encerrar, mais um pouquinho de tradição, tomar o vinho do porto da quinta, produzido exclusivamente para consumo com amigos, foi demais!</div>
<figure id="attachment_6401" aria-describedby="caption-attachment-6401" style="width: 203px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6401 size-full" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-4.jpg" alt="" width="213" height="320" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-4.jpg 213w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-4-100x150.jpg 100w" sizes="(max-width: 213px) 100vw, 213px" /><figcaption id="caption-attachment-6401" class="wp-caption-text">Passeio de Veleiro pelo Douro</figcaption></figure>
<h3>Surpresa:</h3>
<p><em>O dia não acabou por aí. João nos preparou uma surpresa muito especial. Um passeio romântico em um veleiro pelo Douro. Eu e meu marido numa cena de cinema! Um barco, um balde de gelo com dois maravilhosos vinhos brancos da Quinta das Bajancas e com trilha sonora de Nina Simone. Para nunca mais esquecer!!!! Obrigada João e família DFE por nos proporcionar um passeio tão especial! </em><br />
<em><br />
(para quem ficou inspirado e planeja uma viagem pelo Douro: </em><a href="http://www.animadurius.pt/"><em>www.animadurius.pt</em></a><em>).</em></p>
<p>Para fechar o dia, um jantar em companhia de João e Filipa (outra enóloga do grupo) num restaurante tradicional harmonizando comidas deliciosas com os maravilhosos vinhos da Quinta do Soque. E, claro, uma parada para um porto/tônica.</p>
<p>Que dia!</p>
<h2><strong>3° dia</strong></h2>
<p>A manhã começou com João nos buscando para visitarmos a Brites Aguiar. O passeio pela região do Cima Corgo, por si só, já é maravilhoso, mas rodar pelas vinhas da Brites é simplesmente incrível! Lá, fomos recebidos por Tomi, proprietário da quinta. Foi ele quem nos levou de carro pelas estradinhas internas que são uma aventura! Dá para entender um pouco porque dali saem vinhos tão especiais.</p>
<p>Os terrenos são de difícil acesso e todo trabalho tem que ser manual. A dificuldade se reflete no tempo necessário para a colheita de 40 hectares, 30 dias! E foi por causa desta demora que ‘aconteceu’ o Bafarela 17. Um raro vinho com 17% de álcool, de forma natural, e que só é produzido sob condições climáticas perfeitas. Estar nas vinhas deste vinho icônico foi mágico!</p>
<figure id="attachment_6402" aria-describedby="caption-attachment-6402" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6402 size-full" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-5.jpg" alt="" width="400" height="267" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-5.jpg 400w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-5-150x100.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-5-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-6402" class="wp-caption-text">Brites Aguiar &#8211; vinhedo do Bafarela 17 &#8211; Tomi, Luiza e João Carvalho</figcaption></figure>
<p>De lá saímos em uma nova aventura. Desta vez, a bordo de um Renault 4L dos anos  80, destes que parece que saíram das telas de filmes antigos. Sensacional! A caminho da casa de Antônio Lamas, proprietário da Quinta das Bajancas, passamos por Trevões. Uma linda aldeia vinhateira que merece visita. Antônio nos recebeu em sua casa, na companhia da família e também de Filipa para um almoço especial preparado por sua esposa. Quanto carinho para nos receber. Comida deliciosa e os vinhos incríveis das Bajancas. Perfeito!</p>
<div>
<figure id="attachment_6403" aria-describedby="caption-attachment-6403" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6403 size-full" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-6.jpg" alt="" width="400" height="267" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-6.jpg 400w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-6-150x100.jpg 150w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-6-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-6403" class="wp-caption-text">Bajancas &#8211; Sra e Sr. Antônio Lamas, Filipa, Aurea (neta), Luiza e Marcelo (meu marido)</figcaption></figure>
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<p>De lá partimos para vista às vinhas das Bajancas. O trabalho cuidadoso de Antônio se reflete em suas tão bem cuidadas vinhas. Até aprendi a podar os ‘ladrões’, foi uma aula! Fomos também à sua adega e pudemos experimentar um futuro Vinha do Corvo ainda nas barricas. Que experiência fantástica!</p>
<figure id="attachment_6404" aria-describedby="caption-attachment-6404" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6404 size-full" src="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-7.jpg" alt="" width="320" height="213" srcset="https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-7.jpg 320w, https://blog.casadovinho.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Diário-de-um-passeio-inesquecível-pelo-Douro-7-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption id="caption-attachment-6404" class="wp-caption-text">Quinta do Soque &#8211; vinhas velhas</figcaption></figure>
<p>No caminho de volta, uma parada para conhecer as vinhas e instalações da Quinta do Soque, agora sob a supervisão de Filipa. Destaque para as vinhas velhas com seus troncos grossos e retorcidos.</p>
<h3>Fechando com chave de ouro:</h3>
<p>O dia ainda não acabou. Para encerrar esta viagem incrível com chave de ouro, um jantar muito especial no famoso DOC. A Família DFE veio nos receber nesta despedida. D. Maria Luiza e Dr. Guimarães vieram diretamente de Porto, Antônio Rosas, também enólogo da 2PR e da DFE veio de Braga acompanhado da esposa e da filha, Tomi e a namorada, que também veio de Porto para o jantar, além de Filipa e, claro, nosso companheiro de todos os dias, João Carvalho. Tudo foi muito além de maravilhoso. Menu especialmente escolhido para acompanhar os vinhos DFE (Classic, Premium e Signature) e Brites Aguiar (Bafarela grande Reserva e Brites Aguiar). E para finalizar o Porto Tawny 40 anos da Brites, daqueles feitos para os amigos&#8230; Quanta honra!</p>
<p>Aos amigos da Douro Family Estates, meu muito obrigada e carinho eterno. Vocês são incríveis!</p>
<h2><strong>Mais algumas dicas para quem animar de fazer uma viagem pelo Douro</strong></h2>
<p>Rode muito de carro. Vá até a região do Douro superior para conhecer a parte mais alta. Aproveite para apreciar a vista do Miradouro São Salvador do Mundo em São João da Pesqueira. Para visitar as adegas do grupo DFE, entre em contato conosco que teremos o maior prazer e fazer a ponte com João Carvalho.</p>
<p>Em Peso da Régua não deixe e visitar o Miradouro São Leonardo da Galafura. É imperdível!</p>
<p><em>No mais, boa viagem!</em></p>
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