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	<title>intervenções &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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		<title>Intervenções no vinho: até onde são aceitáveis?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 13:46:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[biodinâmica]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[intervenções]]></category>
		<category><![CDATA[vinho orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[vinho saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até que ponto vão as intervenções no vinho? O vinho é o suco de uva fermentado pela ação das leveduras, correto? Sim, correto. Mas não apenas isso.  Para que o vinho possa chegar até você vivo e saudável é preciso que haja alguma intervenção humana, química, orgânica ou biodinâmica, em maior ou menor grau. Por isso existem os ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Até que ponto vão as intervenções no vinho? O vinho é o suco de uva fermentado pela ação das leveduras, correto? Sim, correto. Mas não apenas isso. </em></p>
<p>Para que o vinho possa chegar até você vivo e saudável é preciso que haja <strong>alguma intervenção humana, química, orgânica ou biodinâmica,</strong> em maior ou menor grau.</p>
<p>Por isso existem os diferentes tipos de vinhos a depender dessa escala de intervenção e da forma como ela é feita. A <strong>biodinâmica é a mais radical</strong> e “natural” possível &#8211; chegando a alguns extremos sem comprovação científica de resultados, como tocar música para os vinhedos.</p>
<p>Essa é uma <strong>prática semelhante à terapias alternativas de saúde como a homeopatia ou reiki,</strong> embora também adote práticas saudáveis e comprovadas. Já os vinhos <strong>orgânicos</strong> necessitam de certificação e controle, mas sem práticas não comprovadas como nos biodinâmicos.</p>
<p><strong>Os vinhos “tradicionais”, por outro lado, são partidários do bom uso da química a favor da vinicultura.</strong> Os produtos usados devem ser todos aprovados pelos órgãos responsáveis em cada país produtor, em suas quantidades e formas permitidas.</p>
<p><strong>Sanitizar as instalações onde o vinho é feito ou as garrafas no qual ele é embalado</strong> requer produtos químicos e são eles que farão com que micro-organismos prejudiciais não afetem o vinho. As uvas recebem tratamentos químicos variados antes de virar vinho ou estariam sujeitas à todo tipo de doenças no pé, assim como qualquer fruta.</p>
<p><strong>Leveduras cultivadas em laboratório são usadas em vinhos tradicionais, exatamente do mesmo modo que as pessoas usam leveduras industrializadas para fazer pão em casa.</strong></p>
<p>Para que o vinho se torne menos sensível às variações de temperatura, possa ser transportado com segurança e permanecer inalterado em sua qualidade, também é permitido a adição de aditivos químicos.</p>
<p><strong>O vinho tradicional continua sendo “suco de uva fermentado”. </strong></p>
<p>Os aditivos químicos estão presentes em nosso cotidiano em praticamente tudo o que comemos e são comprovadamente seguros. <strong>O problema não são os aditivos químicos, mas o abuso deles por parte de muitos produtores de alimentos, incluindo obviamente, os produtores de vinho.</strong></p>
<p>Daí o constante conselho que ouvimos sobre conhecer o produtor e suas práticas.</p>
<p><strong>A filosofia de cada produtor é decisória. </strong>Um produtor que cuide dos seus vinhedos de forma a deixar o vinho “criar-se” com a<strong> mínima intervençã</strong>o possível é um produtor de vinhos saudáveis, ainda que se utilize dos aditivos.</p>
<p><strong>Não há garantias de que apenas por ser um produtor “natural” o vinho será saudável</strong>, melhor ou de maior qualidade. A depender do <em>produtor</em>, ocorre exatamente o oposto!</p>
<p>A <strong>tendência mundial são práticas com menos interferência</strong> química possível, a valorização do <em>terroir</em> e das características sazonais de cada safra.</p>
<p><strong>Existem milhares de produtores</strong> que jamais se renderam à padronização do vinho &#8211; e o consequente abuso químico que isso gera, <strong>nunca cometeram irregularidades em relação à química</strong> e produzem vinhos de qualidade e saudáveis. Não tomemos todos por aqueles que não o fazem.</p>
<p><strong>Veja nossas dicas de produtores que usam das Boas Práticas de produção clicando nas palavras em destaque:</strong></p>
<p>O <em><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.casadovinho.com.br/departamento/88/-+chateau+rives+blanques"><strong>Château Rives-Blanques</strong></a></span></em> pratica a <strong>agricultura sustentável</strong> com práticas saudáveis como a interação de outras plantas em meio ao vinhedo, o <strong>não uso de inseticidas e pesticidas fortes</strong> e a <strong>devolução ao solo</strong> do bagaço das uvas. O Terroir de<strong> Limoux</strong>, com ventos secos <strong>ajuda a manter as vinha</strong>s com o mínimo de interferência química. A vinícola participa do <strong>programa ambiental europeu BioDiVine</strong> que pesquisa a relação entre as viticultura e biodiversidade.</p>
<p>A <a href="https://casadovinho.com.br/produtor/mas-du-soleilla/"><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Mas du Soleilla</strong></span></em></a> é uma vinícola francesa da região do Languedoc-Roussilion com<strong> preocupações sobre o meio ambiente</strong> e a <strong>mínima interferência</strong>, além de <strong>manejo orgânico.</strong> Os vinhos de Peter Wildboz, proprietário da vinícola, são produzidos com rendimentos muito baixos de apenas 25 hectolitros por hectare. O produtor é um dos <strong>preferidos da crítica de vinhos Jancis Robinson.</strong></p>
<p><strong>Conhecer o produtor a fundo,</strong> independentemente do seu modo de manejo é uma das <strong>garantias</strong> que temos a oferecer de que os <strong>vinhos importados pela Casa do Vinho são saudáveis e de qualidade.</strong> Antes de fazer a parceria com a vinícola, a <strong>Famiglia Martini</strong> vai pessoalmente <strong>conhecer a região produtora,</strong> conversar com o produtor, <strong>provar os vinhos</strong> e se informar sobre todo o <strong>processo de produção.</strong> Com a <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://casadovinho.com.br/produtor/quinta-das-bajancas/"><em><strong>Quinta das Bajancas</strong></em></a></span> não foi diferente. É uma vinícola pequena, com <strong>apenas 12 hectares</strong> de vinhas, as primeiras plantadas em 1994. Os proprietários <strong>esperaram 10 anos para produzir</strong> seu primeiro vinho, depois de adquirir o conhecimento técnico suficiente e a maturidade da videira. Isso demonstra um <strong>enorme respeito</strong> pelo vinho e pelo consumidor.</p>
<p>Do mesmo modo a <a href="https://casadovinho.com.br/produtor/quinta-do-tedo/"><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Quinta do Tedo </strong></span></em></a>foi escolhida pela Famiglia Martini por seus vinhos de <strong>alta qualidade</strong> e também por suas<strong> práticas sustentáveis.</strong> Desde 2011 a vinícola recebeu o <strong>selo orgânico português</strong> para os seus vinhos tranquilos e do <strong>Porto</strong> embora pratique a <strong><em>&#8220;culture raisonable&#8221;</em></strong> desde o princípio. Suas vinhas rendem 27 a 30 hectolitros por hectare e são plantadas <strong>apenas castas autóctones</strong> portuguesas somando um total de 18 variedades.</p>
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