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	<title>chaptalização &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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	<title>chaptalização &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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		<title>O que é a chaptalização, afinal de contas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 09:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nome sequer remete à técnica, que é adição de açúcar ao mosto da uva. Se você torceu o nariz nesse primeiro parágrafo, leia um pouco mais antes de bater o martelo definitivamente. Primeiro, é preciso saber porque afinal de contas alguém faria isso. Importante lembrar que é o açúcar das uvas que se transformará ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nome sequer remete à técnica, que é <strong>adição de açúcar ao mosto da uva.</strong> Se você torceu o nariz nesse primeiro parágrafo, leia um pouco mais antes de bater o martelo definitivamente.</p>
<p><strong>Primeiro, é preciso saber porque afinal de contas alguém faria isso.</strong> Importante lembrar que é o açúcar das uvas que se transformará em álcool durante a fermentação. <strong>Portanto, chaptalização acontece quando é adicionado açúcar ao mosto para que o vinho adquira maior teor alcoólico.</strong></p>
<p>A polêmica da chaptalização começa com a escolha do açúcar, e existem vários, sendo três os mais comuns: <strong>sacarose – o açúcar de mesa, a lactose (açúcar do leite) e a frutose (de frutas, incluindo a própria uva.</strong> É possível também usar da técnica acrescentando suco concentrado de uvas ou as próprias uvas semi desidratadas ou passificadas ao invés do açúcar.</p>
<p>Um alerta vermelho já soa aí e, nesse ponto, a maioria das pessoas concorda: <strong>se for para acrescentar açúcar, que pelo menos seja o da própria uva. </strong>E na verdade na maior parte das regiões onde é permitida a chaptalização a lei manda que seja dessa forma.</p>
<p><strong>Essas regiões onde há a permissão da chaptalização costumam ser as mais frias e problemáticas. </strong>São nelas que a maturação da uva é mais difícil, já que é a incidência de sol que deixa a fruta doce. <strong>Existem também as regiões onde a técnica só é permitida em casos emergenciais</strong>, como em um ano chuvoso, quando o excesso de água dilui os açúcares da uva.</p>
<p><strong>Os países europeus mantém uma rígida legislação a respeito da chaptalização,</strong> mas como toda lei, essa também pode ser descumprida, em especial nas áreas em que ela não é permitida.</p>
<p><strong>O assunto é delicado e controverso </strong>e muita gente evita falar sobre já ter ou não feito isso. Há quem afirme categoricamente que uvas bem cuidadas não precisam de chaptalização, porém o clima pode desmentir facilmente isso. <strong>Apenas alguns dias de chuva antes da colheita podem transformar uvas perfeitas em aguadas</strong> e transformar a chaptalização na solução do problema.</p>
<p><strong>Os defensores do método afirmam que o vinho é comumente acidificado</strong> acrescentando-se ácidos (tartárico e málico, provenientes da própria uva) e por essa razão não haveria nada demais em acrescentar açúcar para também corrigir problemas. <strong>Alegam também que uso de barricas é outro fator interfere no sabor final </strong>do vinho e, mesmo assim, são amplamente difundidas.</p>
<p><strong>Para nós brasileiros, grande parte da antipatia à ideia da chaptalização se deve aos famosos “vinhos suaves”</strong> de garrafão, ao qual muita gente acredita ser acrescentado açúcar. Mas é um erro associar uma coisa à outra. <strong>Esses vinhos são diferentes:</strong> desde o tipo de uvas, que são de uma família diferente das viníferas, até ao que se propõem, além de terem regras completamente diferentes dos vinhos finos.</p>
<p><strong>De qualquer forma a chaptalização é uma realidade, gostemos ou não disso. </strong>É bastante difícil descobrir se um vinho foi ou não chaptalizado sem submetê-lo a exames laboratoriais. Muitos vinhos apreciados no mundo todo passam pelo processo. Um famoso produtor já falou enfaticamente que <strong>“sem a chaptalização a Borgonha não existe!”.</strong></p>
<p>A segurança dos que são contra está na escolha de vinhos de regiões quentes, onde a <strong>chaptalização é dispensável,</strong> nas áreas onde ela é proibida em todos os casos e na confiança nos produtores dessas regiões. <strong>Já quem vê o método como apenas mais uma correção, tem uma área bem mais ampla para explorar. </strong></p>
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