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	<title>vinho de corte &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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	<title>vinho de corte &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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		<title>O Vinho, o Corte e o Bolero de Ravel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 11:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[vinho de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gil Vesolli, sommelière Entre os clássicos da música erudita, uma das minhas músicas favoritas é o Bolero de Ravel. Adoro a forma como os instrumentos vão surgindo embora o ritmo permaneça uniforme e repetitivo durante quase todos os muitos minutos da sua execução. A música foi composta em 1928 e tinha inicialmente a duração ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Gil Vesolli, sommelière </em></p>
<p><strong>Entre os clássicos da música erudita, uma das minhas músicas favoritas é o Bolero de Ravel.</strong> Adoro a forma como os instrumentos vão surgindo embora o ritmo permaneça uniforme e repetitivo durante quase todos os muitos minutos da sua execução.</p>
<p><strong>A música foi composta em 1928 e tinha inicialmente a duração teórica de 14min e 10 seg.</strong> O tambor (caixa branca) inicial acompanha toda a música e dá a constância. A melodia é a mesma, variando apenas os instrumentos que a tocam. A sequência é essa:</p>
<p>Flauta, flautin seguido por clarinete, harpa, fagote, oboé, trompete com flauta, saxofone tenor, sopranino e soprano, trompa, novamente flautin com celesta, violoncelo, as cordas em pizzicato, oboé novamente com seu parente oboé d’amore, corne inglês e dois clarinetes, trombone, novamente flautas, flautins, de novo oboé, corne inglês e saxofone tenor, então violinos numa entrada triunfal. Depois violinos com sopros, cordas e sopros, uma mistura incalculável de tudo o que já foi dito e por fim bumbo, pratos e tam tam num surpreendente e emocionante final.</p>
<p><strong>Sempre que ouço o Bolero lembro dos vinhos de corte. As semelhanças são impressionantes. </strong>Quantos instrumentos tocados solo poderiam criar uma melodia tão forte e surpreendente quanto o Bolero de Ravel?</p>
<p>Alguns instrumentos podem fazer coisas incríveis sozinhos. Piano, saxofone e violino, por exemplo. Mas uma caixa branca e um prato tem toda a sua beleza expressa em uma composição em que haja outros instrumentos. Ou muitos outros, como é o caso dessa obra.</p>
<p>Da mesma forma o vinho de uma única uva pode ter sua grandeza e expressividade. Ou pode ter algumas ou muitas uvas que formam em conjunto uma sinfonia maior e melhor, mais marcante e duradoura. <strong>Uma uva complementa a outra em um vinho de corte.</strong> A acidez pode vir de um conjunto enquanto os taninos vêm de outro, a cor, o álcool e o corpo, de outros conjuntos mais.</p>
<p><strong>Um bom vinho de corte é uma orquestra de uvas!</strong> E um excelente vinho de corte causa a mesma impressão final do Bolero de Ravel: surpresa e prazer.</p>
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