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	<title>mitos &#8211; Casa do Vinho Blog</title>
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		<title>Mitos, mentiras e verdades sobre vinho</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/mitos-mentiras-e-verdades-sobre-vinho-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 09:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência do vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Enoeducação]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca é demais falar sobre os mitos que envolvem o vinho, especialmente porque o Mundo do Vinho tende a ser tão fechado e tradicional que por vezes são necessários anos até que uma ideia falsa seja derrubada. Um bom exemplo disso é o famigerado mapa da língua. Pessoas com mais de 40 anos  vão lembrar que ... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é demais falar sobre os mitos que envolvem o vinho, especialmente porque <strong>o Mundo do Vinho tende a ser tão fechado e tradicional que por vezes são necessários anos até que uma ideia falsa seja derrubada.</strong></p>
<p>Um bom exemplo disso é o <strong>famigerado mapa da língua.</strong> Pessoas com mais de 40 anos  vão lembrar que quando crianças, foram ensinadas que na língua existem campos específicos capazes de sentir determinado sabor. Existe uma <strong>área para o doce, outra para o amargo, o ácido/azedo e outra para o salgado.</strong> Era o que os professores sabiam na época, embora esse mapa esteja sendo <strong>contestado desde 1930!</strong></p>
<p>Até mesmo as primeiras famosas<strong> taças Riedel foram desenvolvidas a partir da ideia do mapa.</strong> Não pecam pela qualidade, obviamente, mas também não funcionam nesse sentido. Foi-se o mapa quando demonstrado que a língua toda possui misturadas as células captoras dos sabores. Veio então um <strong>“novo” sabor, o <em>umami</em>. </strong>Ele foi oficializado em 1985 depois de anos de discussão sobre se o umami seria um sabor básico. <strong>E estão na fila cerca de outros vinte.</strong> Fique atento, nada há de definitivo sobre os sabores.</p>
<p>Outro mito que fez com que <strong>um incontável número de vinhos maravilhosos fossem jogados pelo ralo,</strong> diz respeito à <strong>cor dourada dos vinhos brancos.</strong> Como os vinhos tintos tendem a clarear conforme envelhecem (os taninos juntam-se aos antocianos – responsáveis pela cor – e literalmente caem deixando o vinho pálido), os vinhos brancos tendem a escurecer/dourar quando velhos. Junte isso a outra inverdade – a de que os brancos só podem ser bebidos jovens – e temos o desastre. <strong>Nem todo vinho dourado é velho, nem todo vinho branco é incapaz de envelhecer.</strong> Por vezes o dourado é apenas característica de determinado terroir/uva. Mantenha os olhos atentos e não se deixe enganar. Prove sempre os dourados que surgirem antes de chegar a conclusões precipitadas.</p>
<p><strong>O mais comum dos mitos diz respeito à sua idade. </strong>Envelhecer como o vinho, no dito popular, é envelhecer bem, melhorar, sofisticar. Mas algumas pessoas envelhecem de verdade, assim como os vinhos: ficam piores, deterioram. <strong>Poucos vinhos envelhecem com graça.</strong> Normalmente são eles de regiões consagradas, uvas específicas e de excelentes produtores. Grande parte dos vinhos foi feita para ser bebida jovem ou em poucos anos.</p>
<p><strong>Vinhos de corte ou assemblage viraram mito também.</strong> Seriam eles piores que aqueles de uma única uva? Mentira das mais cabeludas. <strong>Muitos vinhos são cortados, mas se passam por varietais.</strong> Tudo dentro da lei. Em uma parte dos países produtores <strong>pode-se adicionar até 20% de outra uva e permanecer rotulado como varietal.</strong> Todos já bebemos algum vinho assim. Além do mais uma uva complementa outra ou outras. O corte pode deixar o vinho muito melhor, mais equilibrado, perfumado e na cor certa.</p>
<p>Uma inverdade um pouco mais recente diz que <strong>uvas ruins não produzem vinho bom</strong>. Com a tecnologia que a enologia possui hoje em dia <strong>isso é possível, sim.</strong> O vinho se transforma graças ao uso da Osmose Reversa e das leveduras, principalmente. A Osmose Reversa é feita com uma máquina caríssima, usada normalmente em grandes vinícolas que produzem vinhos mais baratos e em grande quantidade. Submeter o vinho a uma osmose seria diluí-lo. A Osmose Reversa concentra-o ou tira parte do seu álcool.</p>
<p>A falha que ocorreu na maturação da uva (pouca ou muita, resultando em mosto diluído ou excesso de açúcares que gerarão muito álcool) é compensada através da Osmose Reversa. <strong>O engenheiro que criou a máquina Vinovation (na Califórnia, no final dos anos 80) Clark Smith, foi apelidado de <em>Dr. Frankenwine</em>.</strong> Clark Smith declarou em entrevistas que há centenas de vinícolas ao redor do mundo usando sua máquina. Mas jamais revelou o nome dos seus clientes.</p>
<p>As leveduras são pequenos seres vivos responsáveis pela fermentação. Existem diversas famílias de leveduras que produzem iogurtes, pães, cerveja e vinho, e outras que azedam, apodrecem e deterioram. A ciência e a enologia ocuparam-se em separar umas das outras e cultivar em laboratório leveduras específicas para cada tipo de uva ou vinho. <strong>Continuou evoluindo ao ponto de hoje em dia uma vinícola ser capaz de transformar completamente a uva a depender da levedura escolhida.</strong> Pode-se criar vinhos mais ou menos frutados, com aromas específicos ou da moda, por exemplo. E também é possível fazer coisas ainda mais drásticas como transformar uma uva grega em um vinho com características típicas do Chile.</p>
<p><strong>Há uma enorme discussão a respeito desses métodos.</strong> Muitos condenam, outros acham ser necessário ou inevitável e alguns aceitam como natural. <strong>Qual é a sua opinião a respeito? </strong>Escreva pra gente para dar sua opinião!</p>
<p><strong>site@casadovinho.com.br</strong></p>
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		<title>7 Mitos do Vinho</title>
		<link>https://blog.casadovinho.com.br/7-mitos-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Martini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 00:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mitos]]></category>
		<category><![CDATA[mitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem tudo o que a gente ouve sobre vinho por aí é verdade! Esteja atento para não ser enganado por lendas. 1 &#8211; Quanto mais cara a garrafa, melhor. Paladar é pessoal e intransferível e gosto pessoal não se mede com cifras. Vinhos de uma faixa de preço mais alta podem ser melhores que muitas ... </p>
<p class="read-more-container"><a title="7 Mitos do Vinho" class="read-more button" href="https://blog.casadovinho.com.br/7-mitos-do-vinho/#more-5721" aria-label="More on 7 Mitos do Vinho">Leia mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nem tudo o que a gente ouve sobre vinho por aí é verdade! Esteja atento para não ser enganado por lendas.</em></p>
<p><strong>1 &#8211; Quanto mais cara a garrafa, melhor.</strong></p>
<p>Paladar é pessoal e intransferível e gosto pessoal não se mede com cifras. Vinhos de uma faixa de preço mais alta podem ser melhores que muitas “pechinchas” suspeitas, mas um vinho inacreditavelmente caro pode ser tão bom quanto outro que não arrombe sua conta bancária&#8230;</p>
<p><strong>2 &#8211; Quanto mais pesada a garrafa, melhor o vinho (ou quanto mais elaborado o rótulo, melhor).</strong></p>
<p>É isso mesmo que os departamentos de marketing querem que você pense. Mas o que importa não é a garrafa e sim o que está dentro dela. Antes de beber não dá pra saber se o vinho é bom. Tome como exemplo os maiores e mais conhecidos vinhos, como Bordeaux ou Borgonha. As garrafas são boas e simples. Os rótulos não são chamativos, extra coloridos ou elaborados.</p>
<p><strong>3 &#8211; Vinho tinto deve ser bebido com carnes vermelhas e brancos, com peixe.</strong></p>
<p>Essa é uma regra bem geral, mas não absoluta. A harmonização depende de muitos outros fatores além da cor dos ingredientes. É preciso analisar o &#8220;peso&#8221; dos sabores e aromas do prato, o método de cocção, os molhos, guarnições e muito mais coisas além da cor.</p>
<p><strong>4 &#8211; Os vinhos melhoram com a idade.</strong></p>
<p>Ao contrário, a maioria é feita para ser bebido jovem. Quem ganha com o tempo são os vinhos de guarda que são mais raros e caros. Vinhos de guarda precisam ser produzidos com essa intenção e não é qualquer lugar que tem uvas, métodos e até mesmo vontade de produzir vinhos de guarda. Para muitos produtores é melhor, mais econômico e lucrativo fazer vinhos para consumo imediato.</p>
<p><strong>5 &#8211; Existe vinho para homens e vinhos para mulheres.</strong></p>
<p>Bobagem! Muita, muita bobagem!<br />
O que existe são vinho para principiantes e vinhos para quem já tem experiência. Paladar não tem gênero e evolui da mesma forma. Normalmente quem está começando a beber vinhos prefere os mais leves, adocicados e fáceis de beber. Com o tempo e a prática o paladar evolui e deixamos de gostar dos vinhos mais fáceis, partimos para os mais complexos, tânicos e difíceis.</p>
<p>Algumas regiões, como a Borgonha, produzem vinhos frequentemente descritos como &#8220;femininos&#8221; mas o termo nada tem a ver com o gênero de quem vai beber os vinhos e sim com sua elegância e complexidade.</p>
<p><strong>6 &#8211; Vinho de misturas de uvas não são bons.</strong></p>
<p>Outra bobagem. O corte, blend ou assemblage visa melhorar os vinhos. O que falta em uma uva pode ser complementado com outra e assim criar um vinho equilibrado. É como uma orquestra. Um piano solo pode ser lindo, mas uma música que inclua outros instrumentos pode ser ainda melhor.</p>
<p><strong>7 &#8211; Vinhos “Reserva” são melhores</strong></p>
<p>Depende do país de origem. A expressão pode ser usada em alguns países que possuem leis que regem a produção e ter diferentes significados que vão desde o tempo de madeira até teor alcoólico. Ou pode também ser usada por produtores de países que ainda não possuem leis no setor apenas para atrair o consumidor incauto.</p>
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